domingo, 4 de junho de 2017

O que causa distúrbios alimentares?

O que causa distúrbios alimentares?

Por Sally Robertson, BSc
Os Distúrbios alimentares, tais como anorexias nervosas, bulimia e frenesi que comem, são caracterizados por uma atitude incomum para o alimento que pode fazer com que um indivíduo altere seus hábitos comendo e comportamento comendo.

nenhuma causa para distúrbios alimentares foi estabelecida. Embora uma preocupação com peso corporal e a forma do corpo parecessem ser centrais a todos os distúrbios alimentares, a pesquisa tem mostrado até agora que os distúrbios alimentares estão associados com (mas não causados perto) muitos factores diferentes, que podem ser genéticos, culturais, sociais, comportáveis, psicológicos ou biológicos.
Conseqüentemente, alguns “causa” de um distúrbio alimentar podem ser multifactoriais e complexos.

Fatores de Risco para Distúrbios Alimentares

Os Distúrbios alimentares podem afetar indivíduos de qualquer raça, idade ou classe sócio-económica.  Os Factores de risco que aumentam a probabilidade de desenvolver um distúrbio alimentar incluem:

Fatores Genéticos

A Pesquisa sugere que os fatores genéticos possam aumentar a probabilidade de um indivíduo que desenvolve um distúrbio alimentar. Os Indivíduos com um parente do primeiro-grau que tenha uma história de um distúrbio alimentar seja mais provável do que indivíduos sem tal parente, a se desenvolvem um distúrbio alimentar. Além, os pesquisadores identificaram os genes específicos que influenciam hormonas tais como o leptin e o ghrelin. Os Peritos acreditam aquele assim como a alimentação de regulamento, estas hormonas podem influenciar os traços e os comportamentos da personalidade que são associados com a anorexia e a bulimia.

Influências em casa ou na Escola

A pesquisa Existente no papel da família em provocar um distúrbio alimentar é pela maior parte de secção transversal, retrospectiva e infundamentado. Contudo, sugeriu-se que os comportamentos dos pais’ pudessem influenciar os hábitos comendo da sua criança. Por exemplo, matrizes que fazem dieta ou a preocupação excessivamente sobre seu peso pode provocar sua criança para desenvolver uma atitude anormal para o alimento, como podem um pai ou um irmão que amolem um indivíduo sobre sua peso ou forma.
Similarmente, os comentários feitos por colegas no ambiente escolar podem influenciar a atitude de uma criança aos hábitos comendo e as grandes expectativas de um pai ou do professor do desempenho de uma criança na escola podem igualmente ajudar a colocar as fundações para um distúrbio alimentar.

Personalidade e Carácter

Os Povos com distúrbios alimentares tendem a compartilhar da personalidade similar e de traços comportáveis tais como o baixo amor-próprio, o perfeccionismo, a aprovação procurando, a dependência, e os problemas com o auto-sentido.
Além, os transtornos de personalidade específicos podem aumentar o risco para desenvolver distúrbios alimentares, estes incluem:

Transtorno de Personalidade de Avoidant

Os Povos com esta circunstância são tipicamente perfeccionista, inibido emocionalmente e sexual, nonrebellious e terrificado da crítica ou a humilhação.

Transtorno de Personalidade Obsessionante

Os Indivíduos com esta desordem podem ser perfeccionista, moral rígido, ou estado relacionado excedente com as regras e o pedido.

Transtorno de Personalidade da Fronteira

Esta desordem é associada com os comportamentos autodestrutivos e impulsivos.

Transtorno de Personalidade Narcisístico

As Características desta desordem incluem uma incapacidade consolar-se oneself ou empathize com outro assim como uma necessidade para a admiração e um oversensitivity à desaprovação ou à derrota.

Fatores Psicológicos

As condições Psicológicas tais como a desordem traumático do esforço do cargo, a desordem de pânico, as fobias e a depressão tudo foram associadas com os hábitos comendo anormais, como têm factores de força da vida tais como a perda do trabalho, o divórcio, ou lidar com tiranizar ou uma dificuldade de aprendizagem tal como a dislexia. As situações Fatigantes ou upsetting tais como fins do prazo apertados no trabalho, na escola ou na universidade ou em experimentar a morte de uma amada são todos os exemplos dos fatores que podem contribuir à revelação de um distúrbio alimentar.

Desordens de Imagem de Corpo

As desordens de imagem de Corpo tais como a desordem dysmorphic do corpo, onde um indivíduo tem uma ideia distorcida de seu corpo, ou o dysmorphia do músculo que descreve uma obsessão com massa do músculo, são associadas frequentemente com a anorexia ou a bulimia.

Pressões Culturais

O impacto dos media na cultura Ocidental pode abastecer um desejo para ou uma obsessão com a ideia de tornar-se finamente. Nos media, o thinness ou a esbelteza são igualados frequentemente com o sucesso e a popularidade, que podem cultivar e incentivam a ideia de ser finos, especialmente entre as raparigas. Contudo, os media igualmente introduzem no mercado ferozmente os alimentos baratos e caloríficos, que podem causar a confusão e o esforço. A Pressão tornar-se finamente pode igualmente ser percebida pelos indivíduos que participam em actividades competitivas ou atléticas tais como a modelagem, o bailado ou o corredor.
Em conseqüência, os povos podem desenvolver expectativas fantasiosas para sua imagem do corpo e colocar um overemphasis na importância de ser finos.

Fatores Biológicos

Um sistema corporal chamado a linha central hypothalamic-pituitário-ad-renal (HPA) pode jogar um papel importante nos distúrbios alimentares.
O HPA libera reguladores do apetite, do esforço e do humor tais como a serotonina, o norepinephrine, e a dopamina. As Anomalias destes mensageiros químicos são consideradas jogar um papel importante nos distúrbios alimentares. A Serotonina é importante no controle da ansiedade e do apetite quando o norepinephrine for um regulador do esforço e a dopamina joga um papel no comportamento recompensa-procurando. Um desequilíbrio da serotonina e da dopamina pode ajudar a explicar porque os povos com anorexia não derivam um sentido do prazer do alimento e de outros confortos comuns.

Fontes

A FOLHA DE PAGAMENTO DO DIABETES

A FOLHA DE PAGAMENTO DO DIABETES

Artigo traduzido por Hilton Sousa. O original está aqui.

por Jason Fung


A insulina, descoberta pela primeira vez em 1921, revolucionou o tratamento do diabetes tipo 1. O Dr. Banting licenciou a insulina para empresas farmacêuticas sem patente porque acreditava que esta droga salva-vidas para diabetes tipo 1 deveria estar disponível para todos os que precisavam dela. Então, por que a insulina é tão cara hoje?

Apenas três empresas farmacêuticas fabricam insulina nos Estados Unidos - Eli Lilly, Sanofi e Novo Nordisk. Em 2012, estima-se que a insulina sozinha custou ao sistema de saúde dos EUA US$6 bilhões. Como eles podem ganhar tanto dinheiro com um produto de um século? Em 2013, de acordo com a firecepharma.com, o medicamento mais vendido para diabetes (e o quinto mais vendido em geral) foi... Lantus, uma forma de insulina de ação longa. Então, depois de toda a pesquisa dos últimos 95 anos, o maior fazedor de dinheiro foi a insulina? Sim, senhor. Em todo o mundo, essa droga sozinha fez US$7.592 bilhões. Isso é bilhões com um B. Oh, mas a notícia fica ainda melhor para a indústria da insulina. Dentro dos top 10 medicamentos mais vendidos, várias insulinas também classificaram-se em 3o, 4o, 6o, 7o, 9o e 10o lugares. Santa extensão de patentes, Batman! Sete dos dez medicamentos mais vendidos para diabetes são insulina - uma droga que tem quase um século de idade. É como ver o seu vovô ganhar do LeBron James no basquete.


Ajustar a molécula de insulina permite patentes adicionais e medicamentos genéricos mais baratos podem ser mantidos à distância. Que isso claramente viola a intenção original do Dr. Banting não importa. Não há provas claras de que estas novas insulinas sejam mais eficazes do que os antigos padrões. Embora existam alguns benefícios teóricos, os resultados no diabetes tipo 2 só pioraram, mesmo que essas insulinas mais novas se tornassem mais amplamente prescritas. Aumentar preços é outra técnica lucrativa. De 2010 a 2015, o preço das novas insulinas subiu de 168 a 325%. Sem a concorrência genérica, há claramente conluio entre as empresas para manter os preços elevados. Afinal, os acionistas devem ser mantidos felizes e o presidente precisa de um jato particular.

No momento da descoberta da insulina, o diabetes tipo 2, embora ainda relativamente raro, tinha poucos tratamentos disponíveis. A metformina, a mais poderosa das classes de medicamentos da biguanida, foi descoberta logo após a insulina e descrita na literatura científica em 1922. Em 1929, seu efeito de redução de açúcar foi observado em estudos com animais, mas só em 1957 foi usado pela primeira vez em seres humanos para o tratamento do diabetes.

Ela chegou ao British National Formulary (N.T.: órgão inglês que fiscaliza, aprova e desaprova medicamentos) em 1958 e entrou no Canadá em 1972. Não foi aprovada pela FDA nos Estados Unidos até 1994, devido a preocupações com a acidose láctica. É agora a droga a mais extensamente prescrita para o diabetes no mundo.

A classe de fármacos sulfoniluréia (SU) foi descoberta em 1942 e introduzida em 1956 na Alemanha. Em 1984, as SUs de segunda geração, mais potentes, foram introduzidas nos Estados Unidos. Essas drogas estimulavam o pâncreas a liberar mais insulina, o que reduzia os níveis de açúcar no sangue. Houve muitos efeitos colaterais, incluindo hipoglicemia grave, mas elas se mostraram eficazes na redução de açúcares do sangue. Durante décadas, estas duas classes de fármacos foram as únicas medicações orais disponíveis para o tratamento do DM2.

Mesmo enquanto o número de medicamentos para pressão arterial e colesterol estavam explodindo, a classe de drogas hipoglicemiantes orais patinava. Simplesmente não havia dinheiro a ser feito para as empresas farmacêuticas. O número de pacientes era muito pequeno, e os benefícios dessas drogas eram duvidosos. Mas as coisas logo iriam mudar.

Tendências em sobrepeso, obesidade e obesidade extrema entre adultos americanos de 20 a 74 anos. A seta amarela indica a publicação da primeira versão das diretrizes alimentares americanas, em 1977

Em 1977, as Diretrizes Alimentares para os americanos foram introduzidas a um público americano inocente, e a gordura dietética tornou-se inimigo público #1. A subseqüente alta ingestão de carboidratos teria conseqüências não-intencionais e a epidemia de obesidade logo floresceu. Seguindo-se a isso veio a epidemia de diabetes tipo 2.

Em 1997, a Associação Americana do Diabetes reduziu a definição de açúcar no sangue de diabetes tipo 2, instantaneamente tornando diabéticos 1,9 milhões de americanos.

O pré-diabetes sofreu uma mudança semelhante na definição em 2003. Isso classificou mais 25 milhões de americanos como pré-diabéticos. Com números crescentes, a oportunidade de negócios para o desenvolvimento de medicamentos anti-diabéticos mudou completamente. Embora exista um amplo consenso de que o pré-diabetes é melhor tratada com mudanças de estilo de vida, os grupos de defesa logo abraçaram a noção de terapia medicamentosa. As diretrizes foram reduzidas tanto que, em 2012, a prevalência de diabetes em adultos americanos foi de 14,3% e pré-diabetes 38%, somando-se 52,3% dos americanos sendo pré-diabéticos ou diabéticos. Este era agora o novo normal. Era mais comum ter pré-diabetes ou diabetes do que ter glicemia normal. Diabetes é a nova moda.

Em 1999, a economia do diabetes estava preparada para o boom. Em 1999, o FDA aprovou a rosiglitazona e a pioglitazona para o tratamento do diabetes tipo 2. Eles, posteriormente, caíram em desuso devido a preocupações sobre provocar doenças cardíacas e câncer de bexiga. Mas não importava. A barragem tinha explodido. De 2004 a 2013, não menos de trinta novos medicamentos para diabetes foram trazidos para o mercado.

Até 2015, as vendas de medicamentos para diabetes atingiram US$23 bilhões, mais do que a receita combinada da National Football League, da Major League Baseball e da National Basketball Association. Este foi um grande negócio.

Embora esses medicamentos reduzissem os níveis de açúcar no sangue, os resultados clinicamente importantes, como redução de ataques cardíacos ou acidentes vasculares cerebrais, cegueira ou outras complicações da doença, não foram melhorados. Toda a indústria do diabetes girava em torno da redução de glicemia elevada ao invés de realmente ajudar os pacientes. A doença é um aumento da resistência à insulina, mas os tratamentos foram baseados em baixar o açúcar no sangue. Estávamos tratando sintomas, em vez da doença real.

Siga o dinheiro


Em 2003, a Associação Americana do Diabetes mudou a definição de pré-diabetes acrescentando 46 milhões de adultos adicionais às suas fileiras. Em 2010, a definição foi ampliada pelo uso da HbA1C (teste de hemoglobina glicada). Ostensivamente para ajudar com diagnóstico precoce e tratamento, talvez não seja coincidência que 9 dos 14 especialistas externos no painel que decidiu isso trabalharam em várias posições para as gigantes farmacêuticas que fazem medicamentos para diabetes e estavam de pé para colher um fluxo interminável de dinheiro.

Enquanto membros individuais do painel foram pagos milhões de dólares, a própria associação colheu mais de US$7 milhões em 2004, pagos por seus "parceiros farmacêuticos". Em 2012, mais de 50% da população americana seria considerada diabética ou pré-diabética. Missão cumprida. O mercado de consumo de drogas foi criado.

Os conflitos de interesse só pioram. Em 2008, uma declaração conjunta divulgada pelo Colégio Americano de Endocrinologia e pela Associação Americana de Endocrinologistas Clínicos elabora uma declaração conjunta sobre pré-diabetes, incentivando os médicos a considerar o tratamento medicamentoso de pacientes de alto risco, apesar do fato de que nenhuma droga tinha sido ainda aprovado pela FDA (N.T.: órgão americano que regula medicamentos).

Esses acadêmicos imparciais estavam dando suas opiniões honestas? Dificilmente. 13 dos 17 membros desse painel foram pagos como palestrantes e consultores por empresas farmacêuticas do diabetes.

Em 2013, esses grupos de "advocacia" recomendavam ainda mais vigorosamente o tratamento medicamentoso do pré-diabetes se as mudanças no estilo de vida não funcionassem. Altruísta? Dificilmente. Naquele ano, mais de US$8 milhões do dinheiro da indústria farmacêutica ajudaram a moldar sua opinião positiva.

13 dos 19 médicos do painel que fez a recomendação, incluindo o seu presidente, foram pagos como consultores, palestrantes ou conselheiros de empresas farmacêuticas que, surpresa, surpresa fabrica drogas para diabetes. Os pagamentos totalizaram US$2,1 milhões desde 2009. Enquanto os pacientes não podiam mais pagar suas doses de insulina, havia uma abundância de dinheiro para as associações de diabetes e os "especialistas em diabetes" acadêmicos. Jantares extravagantes? Feito. Passeios extravagantes? Feito. Cheques gordos? Feito.

A história seria completamente diferente se essas drogas realmente ajudassem os pacientes de forma significativa. No pré-diabetes, nenhum dos fármacos atuais está aprovado para utilização. Todos nós podemos concordar que o DM2 é uma doença de alta resistência à insulina, mas a atual safra de medicamentos só trata os níveis elevados de açúcar no sangue.

O DM2, na sua origem, é uma doença que causa excesso de açúcar no corpo, não apenas o sangue. No entanto, a maioria de nossos medicamentos, da metformina à insulina, não livra o corpo desse açúcar. Ele só o empurra do sangue para dentro do corpo. Mas se esse açúcar é tóxico no sangue, por que não seria tóxico dentro do corpo?

Estamos apenas movendo o açúcar de algum lugar onde podemos vê-lo (o sangue) para algum lugar que não possamos (o corpo) e depois fingimos que as coisas estão melhores, mas ao mesmo tempo sabendo que não fez diferença. Onde as mudanças de estilo de vida melhoram claramente a saúde, as drogas claramente não o fazem. Mas esse fato inconveniente pouco importa para os grandes farmacêuticos e seus asseclas. Enquanto eles controlavam as associações de diabetes, havia dinheiro a ser feito.

Isso explica amplamente a relutância das Associações do Diabetes e endocrinologistas do mundo  em reconhecer a devastadora verdade - que a insulina simplesmente não ajuda os pacientes no longo prazo. Com tanto dinheiro na mesa, quem você acha que financia toda a pesquisa nas universidades e no meio acadêmico, paga todas as matrículas em escolas privadas, patrocina todos os eventos de "diabetes"? A indústria de insulina. Mas isso deve ser pago. A moeda de reembolso é a cegueira, insuficiência de órgãos, amputações e morte. Quem paga? Você meu amigo.

Quer um jeito muito mais eficiente de tratar o diabetes? Mude sua alimentação. Era o que se fazia antes da insulina e dos medicamentos hipoglicemiantes. O Dr. Elliot Joslin, considerado "o pai da diabetologia", usava um manual culinário para orientar seus pacientes. Um livro que tem exatamente 100 anos, e continua atual e mais eficiente, segundo o Dr. Fung no texto acima, que intevenções medicamentosas. Para conhecer a obra, clique na imagem abaixo.

quinta-feira, 1 de junho de 2017

Minha visão sobre o jogo Baleia Azul e a Depressão

Minha visão sobre o jogo Baleia Azul e a Depressão

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Eu ainda não tinha falado sobre isso mas agora decidi pois tenho um alerta importante a fazer a todas as famílias!

Primeiro preciso dizer que estou impressionado com alguns dados. O número do crescimento de suicídios entre jovens no Brasil é alarmante!

Segundo dados do estudo Mapa da Violência houve um crescimento de 27,2% dos casos de suicídio de jovens de 15 a 29 anos, entre 1980 a 2014. Em 2014 a OMS divulgou que o Brasil ocupa lugar de destaque no ranking global do suicídio, sendo o oitavo país com maior número de casos, em todas as idades.
Paralelo a isso, acredito que nenhum brasileiro que tenha filhos ou esteja pensando em ter, deixou de prestar atenção nas notícias sobre esse jogo diabólico chamado baleia azul, que levou potencialmente dezenas de jovens a cometer suicídio e praticar automutilação nos últimos meses.

Que jogo é esse?

E pra quem por acaso não ouviu falar, vou contar rapidamente, trata-se de um jogo, onde o aliciamento é feito online, normalmente por alguma rede social e a continuidade da atividade acontece via WhatsApp.
Os adolescentes são manipulados a executar diversas “tarefas”, que incluem mutilação física, tortura de animais ou crianças menores e culminam com a ordem máxima para tirar a própria vida. Essa ordem já foi seguida por jovens no Brasil e fora e muitas famílias tomaram conhecimento do envolvimento de seus filhos depois que já estavam mortos.

De quem é a culpa?

Ouvi de tudo sobre o assunto. Que a culpa disso tudo é da internet, do bullying, dos pais ausentes, dos pais separados, das escolas que não oferecem motivação aos jovens, da falta de limites, da violência ou liberdade sexual, da falta de chineladas ou do álcool e drogas.
Enfim,  foram apontadas muitas causas para um jogo estúpido produzir efeitos sobre jovens suscetíveis de todas as classes sociais, e posso até concordar em parte com algumas delas.

Mas com uma coisa todos concordamos

A manipulação do jogo é eficaz em jovens mais sensíveis e acometidos pela doença do século: a depressão.
Felipe Neto, o famoso Youtuber, lembrou em seu vídeo que a baleia azul é uma consequência, e não a causa do problema.

“A depressão e os transtornos mentais reagem a determinados gatilhos, que podem vir de uma série, de uma conversa, de uma palestra, de um jogo. O que eu acho importante é entender que o jogo em si é consequência, não é causa. Não acho que uma pessoa saudável mentalmente se mate por diversão. Isso é a consequência, e temos que tratar a causa” afirma Felipe.

Baleia Azul e Nutrição?

A única coisa que eu não ouvi dizer é que existe uma relação entre o jogo da baleia azul e nutrição. Como assim, Victor, pirou? Nada disso.
O que eu quero observar é: a geração bolacha recheada só está apresentando os sintomas comportamentais esperados para quem passou a infância comendo açúcar refinado com coca-cola e sem praticar exercícios diários.
Então, que os jovens estão deprimidos, logo suscetíveis à manipulação por mentes perversas, já entendemos.
O que precisamos assumir de uma vez por todas é que o que comemos pode causar transtornos comportamentais como depressão e bipolaridade e que crianças criadas soterradas em açúcar refinado têm infinitas vezes de chances de desenvolver alguma patologia dessa natureza.

UMA DAS CAUSAS DA DEPRESSÃO JUVENIL PODE ESTAR NO QUE OS JOVENS COMEM E NO ESFORÇO FÍSICO QUE NÃO FAZEM !!


Mas o que é depressão? De onde ela vem?

Porque será que temos mais gente deprimida a cada ano e o consumo de antidepressivos batendo recordes de consumo?
Depressão é uma doença cujos sintomas podem ser mais leves ou mais severos, podendo também desencadear alternância de ciclos de humor.  
Geralmente caracterizada por estados mentais dominados por pensamentos e sensações negativas, baixa auto-estima, ansiedade ou angústia.
A depressão pode apresentar evolução na complexidade dos sintomas ao longo da vida e pode impedir que pessoas realizem tarefas comuns como frequentar a escola, frequentar um trabalho ou cuidar sozinhos da alimentação e higiene pessoal.

Em alguns casos, o depressivo acaba se envolvendo com drogas, álcool e aniquilando relacionamentos interpessoais como amizade e/ou casamento, pois costuma demorar muito tempo para ser diagnosticado ou buscar ajuda médica.
A depressão pode ainda estar acompanhada ou mesmo vir a desencadear outras doenças como bulimia, anorexia, síndrome do pânico ou transtorno bipolar por exemplo. Na verdade, é comum que a doença depressão seja confundida com fraqueza de carácter ou preguiça, pois realmente pode afetar a capacidade de agir do indivíduo.

Quais as causas da depressão?

É muito fácil atribuir as causas do comportamento depressivo aos fatores externos, às experiências ou traumas negativos que as pessoas passaram na vida. Mas isso é uma forma superficial de encarar uma doença, e é impossível avaliar aspectos comportamentais do ser humano sem levar em conta a sua BIOLOGIA.
Ou seja se a pessoa pensa, sente, ou se está feliz ou triste, isso é também consequência de uma série de reações que acontecem no organismo, principalmente no cérebro, e que dependem da presença de estruturas biológicas como células e órgãos, mas também da presença de determinadas substâncias químicas, que são conhecidas como neurotransmissores ou neuro reguladores.

Pois bem, se nosso humor e nossas sensações são afetadas pela ação de neurotransmissores químicos produzidos pelo próprio organismo, devemos pensar que se essas substâncias não estiverem agindo, nosso comportamento será diferente do que quando esses químicos estão agindo, certo?

A insuficiência ou funcionamento inadequado desses agentes químicos neurotransmissores podem causar várias patologias neurológicas, dentre elas a depressão.

Estudos já comprovaram que a deficiência da serotonina no cérebro está relacionado ao comportamento depressivo, ou seja, a depressão é uma desordem mais química do que psicológica. Como o sintoma da doença é alteração do comportamento, é comum pensar exclusivamente em causas psicológicas para esse distúrbio.

Como funciona a serotonina no cérebro?

A serotonina é secretada em regiões específicas do cérebro e também em células especializadas do intestino, daí também a importância das funções digestivas no processo de liberação do neurotransmissor.
Os níveis de serotonina no nosso cérebro dependem, dentre outras coisas, da presença de um aminoácido primordial chamado triptofano e que é obtido através da alimentação.
Alimentos ricos em triptofano proporcionam que o organismo tenha matéria prima para produzir serotonina e assim impedir que estados depressivos venham a causar sofrimento nesse organismo.

Vou listar alguns alimentos ricos em triptofano:  

  • castanhas de caju
  • amêndoas
  • amendoim
  • nibs de cacau e cacau em pó
  • abacate
  • ovos,
  • feijão
  • peixes
  • lentilha
  • grão-de-bico
  • entre outros.
Existem outros nutrientes que interferem na regulação de neurotransmissores, portanto ajudam no controle de doenças comportamentais como as vitaminas do complexo B (ácido fólico, B6,) cálcio, magnésio, selênio, ácido fólico e ômega-3.

Os alimentos ricos nesses minerais são:

  • carne de peru
  • lentilha
  • feijões
  • vegetais verdes escuros como brócolis, repolho, couve
  • banana
  • gergelim
  • avelã
  • atum, bacalhau, truta, óleo de peixe
  • arenque
  • semente de linhaça
  • beterraba
  • cenoura
  • aveia
  • arroz integral
  • nozes
  • semente de abóbora
  • grão-de-bico
  • semente de girassol
  • amêndoas
  • castanha do Pará.

Com sinceridade, você conhece alguma criança ou adolescente que tenha esses alimentos como parte da dieta diária?

O que vejo muito são crianças sedentárias e com o organismo inundado de alimentos industrializados e açucarados. Aliás, o sedentarismo e a obesidade infantil também podem ser uma das causas dos transtornos comportamentais apresentados na adolescência.
Então, eu afirmo sem medo, há sim interferência da nutrição dessa geração no comportamento depressivo ou compulsivo, que acaba levando jovens a se envolver com esse tipo de atividade nociva, como o jogo da baleia azul.
E fica o meu alerta para as famílias, falta de nutrientes e atividades físicas podem sim causar depressão!  
Caso precise de ajuda ou queira auxiliar alguém em situação de risco entre em contato com Centro de Valorização da Vida, lá é oferecido atendimento com chat online, via skype e pelo telefone 141.

As Consequências da Obesidade Hoje

As Consequências da Obesidade Hoje

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A obesidade é uma doença endêmica, e que nunca teve a atenção devida.

As medidas políticas e as campanhas de saúde pública não são suficientes para uma conscientização acerca do tema.
Todos sabem que a solução seria uma boa dieta e mudança de estilo de vida.

Mas qual é a melhor dieta?

Eis o ponto onde muitos acabam desistindo antes mesmo de começar, é uma questão difícil, que requer investimento, de tempo e dinheiro, e ainda falta muita informação no mercado. Mas antes vamos entender..

O que está deixando o mundo obeso?

Os dados são preocupantes:
O National Health And Nutrition Examination Survey, estudo que periodicamente divulga dados importantes sobre a saúde dos americanos, afirmou que eles estão pesando na atualidade, cerca de 11 kg a mais do que há 25 anos.
Como seguimos as mesmas bases americanas, de alimentação e propaganda, certamente o Brasil também está indo pelo mesmo caminho.
No mesmo estudo, foi identificado que o adolescente ingere em média 275 calorias a mais do que há 5 anos atrás.
Destas calorias, somente 5g (45cal) é de gordura, ao passo que os carboidratos somam 57g (228 cal).

Sim, o carboidrato é o grande vilão da obesidade.

Estamos ingerindo hoje, 11 vezes mais carboidratos do que gorduras. E a informação que chega às pessoas continua sendo equivocada, todo mundo fala para tomar cuidado com as gorduras, mas poucos falam para diminuir o verdadeiro causador dessa lambança, o carboidrato!
Caso ainda tenha dúvidas sobre a ingestão de gordura, por favor leia o artigo Sim você deveria ingerir gorduras.
O aumento da ingestão de carboidrato e o aumento relevante na incidência da obesidade americana começou por volta de 1980 e as pesquisas mostram que sim, uma coisa tem tudo a ver com a outra.

Carboidrato: A história do veneno

Exatamente no início da década de 80, a Associação Médica Americana, Associação Americana de Cardiologia e o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos reunidas, tomaram uma séria decisão com medo do aumento do infarto. Eles criaram uma política que induziu as pessoas a comer menos gordura e mais carboidrato.
Mas o alimento industrializado com baixo teor de gordura tem um gosto muito ruim, então a indústria começou a acrescentar carboidrato em forma de HFCS – Low Fat/High Carb Diet (pouca gordura/alto teor de carboidrato).

HFCS quer dizer High Frutose Corn Syrup, ou seja, Xarope de Milho com alta concentração de Frutose.

Ele custa no mínimo menos de 50% do que açúcar e adoça muito mais do que o açúcar (130% em uma escala onde açúcar adoça 100%), e aí começa o problema.

Hoje este elemento é colocado em praticamente todos os alimentos industrializados, inclusive em grande parte dos pães que comemos, sucos que bebemos e molhos.

HFCS foi inventado no Japão em 1966, como alternativa barata ao açúcar. Em 1973, o presidente Richard Nixon, frente a uma forte crise precisou procurar um alimento barato, e em 1975 o HFCS foi introduzido no mercado americano por metade do preço do açúcar.
Preciso deixar claro que a frutose é o açúcar das frutas e quando ingerida com as fibras das frutas, não é um problema. Assista meu vídeo onde falo sobre isso AQUI.
Mas se essa frutose for ingerida isolada das fibras, é altamente tóxico, engorda e causa uma série de doenças.
Essa substância teve o seu consumo absurdamente aumentado, sendo que antes desta decisão, cada pessoa consumia cerca de 15g de frutose diariamente, e na atualidade esse número saltou para 72,8g por dia.
Estima-se que uma pessoa consuma 28,5kg de HFSC por ano.
Resultado da brincadeira: a medida tomada não diminuiu o infarto, mas deu o “start” na curva da obesidade.
E ao invés de identificar o erro, a indústria farmacêutica entrou no jogo e começou a “ensinar” aos médicos, quais medidas deveriam ser tomadas, ou seja, um remédio para emagrecer e outro para tratar o infarto!

E agora?

Emagrece de forma saudável é simples, se compreendermos e começarmos desfazendo os erros do passado através do equilíbrio específico de macronutrientes, identificando quais alimentos contém toxinas como o HFSC e excluindo da dieta.
Existem outros métodos como identificar quais alimentos são individualmente tóxicos e também realizar a recuperação ou modulação do equilíbrio hormonal através da otimização de seus níveis.
Sobre emagrecer, ainda gostaria de acrescentar que contar calorias está absolutamente ultrapassado e é por isso que muitos não estão tendo resultados.
A vida de quem conta calorias se torna um inferno. Existe caloria em todo alimento e, o mais importante é a origem da caloria.

Os erros da dieta

Podemos ter uma refeição de 2000 calorias e que todas servirão para recuperar células envelhecidas, melhorar a pele, os músculos, as glândulas; ou podemos fazer uma refeição com 200 calorias nas quais todas servirão para virar gordura dentro dos seus corpos.
O segredo está na fonte da caloria, se vem das proteínas, carboidratos, gorduras, qual a carga glicêmica, horários da refeição. No fim é uma combinação dos fatores que fará a diferença.

Mas nunca esqueça: os lanches devem ser baseados em proteínas, não em carboidratos!


O desafio das próximas gerações

Tenho muita tristeza ao pensar nas gerações dos millennials e as que vem por aí, pois toda alimentação está centrada nos carboidratos, assim como a nossa já está. Uma alimentação baseada em quase 90% de alimentos industrializados!
Tome cuidado ao escolher os alimentos pois inclusive nos sucos de caixinha está contida essa Frutose. Procure evitar alimentos e bebidas industrializadas que contém frutose, HFCS, ou Xarope de milho.
Esses “suquinhos naturais” de caixinha, nunca deveriam ser consumidos, e muito menos dados a seus filhos.
Um bebê que não tem contato gustativo com açúcares, HFCS e alimentos industrializados até os seus 6 anos, provavelmente nunca terá paladar para os mesmos e também não passará por todos os problemas relacionados com o sobrepeso e a obesidade.
Peço que compartilhem com as pessoas que amam e que pratiquem isto com vocês e suas crianças.

Anjos

  Anjos


"Os anjos são leves porque não tem arrogância, esta é a origem de sua pureza. É a arrogância que deseja coisas. É ela que não gosta de coisas ou pessoas. É ela que é contra um e favorável a outro. É ela que não nos permite ceder às nossas próprias ideias para apoiar as ideias dos outros. Tanto a leveza como a pureza dos anjos é resultado da conquista da humildade sobre a arrogância. "

Ambiente

Ambiente


"Como seres humanos somos muito sensíveis ao ambiente ao nosso redor. Podemos entrar em uma casa onde houve uma discussão e imediatamente sentir a tensão no ar, mesmo que ninguém diga nada. Da mesma forma, podemos sentir o ambiente de paz e calma de uma igreja, templo, mesquita ou sala de meditação. Um ambiente negativo pode nos influenciar ou podemos optar por influenciá-lo. Usar as virtudes, ter pensamentos positivos, praticar boas ações são algumas maneiras de criar uma atmosfera positiva onde quer que estejamos."

O que ração de cachorro pode nos ensinar?


O que ração de cachorro pode nos ensinar?

Quando voltei ao Brasil ano passado a nossa cadela vira-lata Eva estava obesa. Desde então eu poderia mentir dizendo a você que resolvi estudar mais sobre o assunto por causa disso. A verdade é que estudei muito, sim, mas só porque fiquei ofendido com um veterinário recomendando ração diet para ela porque ela tem "menos calorias e menos gordura". Fisiologicamente isso não faz sentido algum. E do ponto de vista prático, sei agora estudando, também não.

Em paralelo à essa ideia equivocada do controle calórico nos animais domésticos, até hoje tenho ENORME resistência em associar obesidade (neles ou em humanos) a uma maior incidência de câncer. Parece uma relação óbvia, não?! Mais gordura corporal, maior a chance de sofrer de câncer. Porém, a história da Medicina é REPLETA de associações espúrias.

Nas minhas leituras descobri ainda que LOBOS não morrem nem sofrem de câncer ou de doenças crônicas relacionadas à obesidade (hipertensão ou diabetes, por exemplo). Aliás, não há evidências de lobos selvagens obesos! Aqui um adendo: eles são biologicamente MAIS próximos aos CACHORROS (domésticos) do que nós somos dos chimpanzés!

Pois bem. Zero obesidade, “zero" câncer em lobos. Mas o mais longitudinal estudo já feito com cães atribui 30% das mortes dos totós americanos ao câncer. 30%! A maior causa! E você sabe quantos são os cães obesos nos EUA? Mais de 50%!

Não podemos tirar NUNCA conclusão de associação. Tiramos apenas hipóteses. Mas há mais similaridades... Descobri ainda que as associações veterinárias americanas TAMBÉM são patrocinadas por empresas de ração (cheias de batata, soja, milho, esses alimentos não presentes na dieta de cães ou lobos selvagens).

Você também enxerga aqui um padrão ou é loucura minha? Onde buscar informação de qualidade? Este é um enorme desafio! As associações recebem patrocínios, as faculdades não estudam NADA do tema e estudos mostram que quanto mais carboidrato dado aos cães e gatos, mais eles engordam e morrem. E AINDA ASSIM essa é a base de suas rações!

O tema, tenho descoberto em meus estudos, é fascinante. Faço aqui o convite a você que queira saber dessas consequências na nutrição humana a rever alguns conceitos e mitos que tomamos como verdades, mas que não sobrevivem aos estudos rigorosos.