sexta-feira, 18 de setembro de 2015

Virtude

Virtude

 

“Quando descubro minhas qualidades internas – virtudes – eu posso regá-las com o amor da minha atenção e vê-las desabrochar. Virtudes guiam o comportamento. Quando deixo que as virtudes criem raízes em minha mente, desabrochem no meu coração e floresçam em minhas ações, elas se tornam uma parte natural do meu pensar, ser e fazer.”

365 Beautiful Thoughts, Brahma Kumaris, Canada

Perca peso sem dieta nem exercício

Perca peso sem dieta nem exercício: basta se deitar 3X ao dia por 5 min, mas desta forma!

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A "antena parabólica" da redação do Cura pela Natureza fica permanentemente ligada.

Nossas atenções estão direcionadas para todo o planeta em busca de informações interessantes para nossos leitores.

Desta vez, nossa "antena" captou algo que pode ajudar muitas pessoas que estão querendo emagrecer.

Trata-se de um método para perder peso sem dieta ou exercício criado pelo dr. Fukutsudzi.

O dr. Fukutsudzi é um médico japonês e escreveu um livro sobre esse método, que já vendeu quase seis milhões de cópias em toda a Ásia. 

O método criado pelo japonês tem ajudado milhares de pessoas a perder peso e o mais impressionante: sem dieta ou exercícios pesados.

Ele é superfácil e é executado sem esforço. 

Tudo o que você tem a fazer é ficar em uma determinada posição por alguns minutos regularmente. 

O dr. Fukutsudzi é um especialistas em problemas nos ossos do membro pélvico e descobriu que a principal causa de gordura na área abdominal é o mau posicionamento dos ossos da pélvis e do osso subcostal.

Depois que entendeu a relação entre esses ossos, o médico descobriu que é possível remover rapidamente a gordura da região abdominal, sem dieta e sem exercícios puxados. 

Nenhuma ferramenta especial é necessária para a rápida perda de peso proposta pelo japonês.

Você só vai precisar de uma toalha grande, cordão ou fita para o rolo de toalha e uma esteira ou colchonete.


O procedimento é rápido: cinco minutos, três vezes por dia. 

Para facilitar sua compreensão, assista ao vídeo abaixo para que você tenha uma ideia melhor de como este tratamento é realizado.

O vídeo está em japonês.

Mas não se preocupe: logo abaixo dele, explicamos tudinho em português.


Aqui está a explicação:

 1. Enrole a toalha formando um rolo e prenda-o com um pouco de fita.

2. Sente-se no chão.

3. Coloque a toalha debaixo de suas costas nivelada com seu umbigo e deite-se (certifique-se de que o rolo de toalha seja ligeiramente maior que a largura das costas).

4. Abra suas pernas e as nivele com os ombros e depoisuna os pés, de modo que os dedões se toquem.

5. Estenda os braços sobre a cabeça e vira as palmas das mãos para baixo numa posição em que os dois pequenos dedos mínimos se toquem.

6. Permaneça nesta posição durante cinco minutos, três vezes por dia.

A princípio, pode ser desconfortável, mas logo o corpo se adaptará.

Se sua intenção é obter resultados rápidos, você deve fazer este método todos os dias.

Quando você terminar a sessão, não se levante imediatamente. 

Primeiro, você vire-se para um dos lados e, em seguida, com o apoio dos braços, levante-se lentamente.

O dr. Fukutsudzi garante que o método não tem contraindicações.

Mas nós recomendamos a quem tem problemas sérios de coluna que converse antes com o médico e mostre a ele a técnica.

- See more at: http://www.curapelanatureza.com.br/2015/08/perca-peso-sem-dieta-nem-exercicios.html#sthash.IFDZRq9e.dpuf

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Colesterol: A grande e gorda mentira

Colesterol: A grande e gorda mentira. E mais: como prevenir doenças do coração.

Artigo traduzido por Antônio Carlos Junior. O original está aqui.

por Sarah Stacey

Far from being harmful, cholesterol - found in eggs, cheese - is essential for lifeNo último meio século, o colesterol elevado tem sido responsabilizado pela doença cardíaca coronária. Nos foi dito para renunciar a alimentos ricos em colesterol – ovos, queijo, frutos do mar – e tomar estatinas para reduzir os níveis de colesterol no nosso sangue.

Tudo isso foi com base em virtualmente nenhuma evidência real, como um grupo crescente de especialistas dissidentes apontou. Até agora eles têm sido ignorados, mas isso está mudando.

Longe de ser prejudicial, o colesterol é essencial para a vida. "É tão vital que todas as células, além de neurônios, possam fabricar colesterol, e uma das principais funções do fígado é sintetizá-lo," diz o Dr. Malcolm Kendrick, autor de "The Great Cholesterol Con" (N.T.: em tradução livre, "O grande golpe do colesterol". Duas coisas importantes foram estabelecidas este ano: em primeiro lugar, comer alimentos que contenham colesterol não é perigoso e não aumenta o colesterol no sangue.

O relatório científico de 2015 do Comitê Consultivo de diretrizes dietéticas dos EUA afirma que "a evidência disponível não mostra nenhuma relação significativa entre o consumo de colesterol dietético e colesterol sérico".

Na verdade, o fígado produz 85% do colesterol que o corpo necessita para funcionar. "Você precisaria comer seis a oito ovos por dia para produzir colesterol em quantidade suficiente para as necessidades do seu corpo", diz o Dr. Kendrick, "o que é improvável que você faça. Mas se você come quatro ovos por dia, o fígado ajustaria a quantidade produzida".

A segunda constatação mais controversa é que, nas palavras do Dr. Kendrick, "A pesquisa confirma que, se você tem um alto nível de colesterol você vai viver mais tempo". Um relatório publicado no Annals of Nutrition and Metabolism afirma que o colesterol elevado não leva a doenças cardíacas e de fato protege contra muitas doenças, incluindo câncer.

A exceção é em pessoas com menos de 50 com colesterol extremamente alto devido à condição genética familiar de hipercolesterolemia. "Enquanto eles são mais propensos a morrer de doença cardíaca, eles são muito menos propensos a morrer de câncer, então a expectativa de vida é essencialmente inalterada," diz o Dr. Kendrick.

Após examinar todos os dados da pesquisa, os autores afirmam "a mortalidade por todas as causas é mais elevada no grupo colesterol mais baixo".

Isto foi baseado em grandes estudos no Japão, mas eles também descobriram que "os idosos com os mais altos níveis de colesterol têm as mais altas taxas de sobrevivência, independentemente de onde eles vivem no mundo".
Precisamos de colesterol para...

  1. Ligar células do cérebro: as ligações cruciais (sinapses) entre as células nervosas (neurônios) em nossos cérebros são feitos quase inteiramente de colesterol.
  2. Produção de vitamina D: o que nós precisamos para ossos fortes e proteção contra doenças, incluindo alguns tipos de câncer. A vitamina D é sintetizada a partir do colesterol pela ação da luz solar sobre a pele.
  3. Criação de membranas celulares: o revestimento que mantém as estruturas das nossas células intactas.
  4. Construção dos hormônios sexuais (estrogênio, progesterona e testosterona).
  5. Produção de bile: que ajuda na digestão dos alimentos.
  6. Combate à infecção: lipoproteínas, que transportam o colesterol, ligam-se a vírus e bactérias e desativa-os.

Conselhos do Dr. Kendrick para a prevenção de doenças cardíacas
  1. Se você fuma, pare imediatamente
  2. Faça exercício. Andar por toda parte. Arranje um cachorro.
  3. Exponha-se à luz do sol.
  4. Reduza áreas de estresse negativo no trabalho e em casa.
  5. Coma mais gorduras (incluindo algumas gorduras saturadas), menor número de alimentos altamente processados e menos açúcar em todas as formas.

A verdade sobre as estatinas
  1. O principal autor de um novo estudo em estatinas, Dr Tomohito Hamazaki, apoiou anteriormente a hipótese de colesterol e promoveu os benefícios das estatinas. "Terríveis erros, imperdoáveis dado o que claramente sabemos agora", diz o relatório.
  2. Estas drogas são agora reconhecidas como tendo múltiplos efeitos colaterais debilitantes, nomeadamente a fraqueza muscular, fadiga e perda de memória, bem como condições mais graves.
  3. Bem como o bloqueio do colesterol, as estatinas bloqueiam a produção de co-enzima Q10, um antioxidante essencial para a liberação de energia de nossas células e para alimentar os músculos.
  4. Dr. Kendrick recomenda que os pacientes que sofrem efeitos colaterais tirem umas férias da estatinas durante dois meses. "Muitos sentir-se-ão muito melhor e optarão por não voltar", diz ele.

As células cancerosas não têm flexibilidade metabólica

As células cancerosas não têm flexibilidade metabólica

As células normais do corpo têm uma certa flexibilidade metabólica. Se a insulina está baixa, elas podem começar a utilizar tanto ácidos graxos ou corpos cetônicos para fornecer energia. A maioria das células cancerosas são incapazes de fazer isso. Elas precisam de glicose.
Esta situação levou à especulação sobre se uma dieta restrita de carboidratos pode reduzir o combustível disponível para as células cancerosas, parcialmente fazendo passá-las fome e talvez sendo útil ao lado de outras terapias mais convencionais como radioterapia e quimioterapia. Mas é importante perceber que, apesar da ingestão de glicose estar baixa, o corpo ainda vai fazer muita glicose via gliconeogênese e células cancerosas são particularmente eficientes em "roubar" a pequena glicose disponível a partir do sangue. Assim, uma dieta restrita de carboidratos não vai matar de fome as células desta forma. Isso pode reduzir o seu combustível disponível ligeiramente, enquanto ainda fornece uma abundância de energia para as outras células saudáveis do corpo através de ácidos graxos e as cetonas.

Dietas Cetogênicas e Câncer: O estado atual da pesquisa

Dietas Cetogênicas e Câncer: O estado atual da pesquisa

Artigo traduzido por Antônio Junior. O original está aqui.
por Kris Gunnars
Girl With CancerO crescimento de células no corpo é fortemente regulado. Vários fatores de transcrição e mecanismos moleculares asseguram que as células somente cresçam e se dividam, quando apropriado.
Mas as células cancerosas são de muitas maneiras diferentes das outras células. Alguma coisa no mecanismo regulador estraga e eles começam crescer e se dividir rapidamente.
As células cancerosas começam a acumular energia a partir do sangue, então elas manipulam seus arredores para apoiar seu crescimento rápido. Um fato interessante sobre o metabolismo de células cancerosas, é que a maioria delas confiar apenas em glicose a partir do sangue como uma fonte de combustível. Este é o chamado efeito Warburg.

As células cancerosas não têm flexibilidade metabólica

As células normais do corpo têm uma certa flexibilidade metabólica. Se a insulina está baixa, elas podem começar a utilizar tanto ácidos graxos ou corpos cetônicos para fornecer energia. A maioria das células cancerosas são incapazes de fazer isso. Elas precisam de glicose.
Esta situação levou à especulação sobre se uma dieta restrita de carboidratos pode reduzir o combustível disponível para as células cancerosas, parcialmente fazendo passá-las fome e talvez sendo útil ao lado de outras terapias mais convencionais como radioterapia e quimioterapia. Mas é importante perceber que, apesar da ingestão de glicose estar baixa, o corpo ainda vai fazer muita glicose via gliconeogênese e células cancerosas são particularmente eficientes em "roubar" a pequena glicose disponível a partir do sangue. Assim, uma dieta restrita de carboidratos não vai matar de fome as células desta forma. Isso pode reduzir o seu combustível disponível ligeiramente, enquanto ainda fornece uma abundância de energia para as outras células saudáveis do corpo através de ácidos graxos e as cetonas.

Outros mecanismos potenciais

As dietas de baixo teor de carboidratos também levar a níveis mais baixos de circulação de hormônios insulina e IGF-1. Isso pode fazer com que as células cancerosas tenham menos sinais para crescer e dividir. Adicionalmente, corpos cetônicos têm mostrados inibir o crescimento de células cancerosas em cultura (1). É um conceito interessante e dieta cetogênica atualmente estão sendo estudados como potenciais tratamentos para o câncer ao lado de outros tratamentos convencionais.

Pesquisa atual sobre Low-Carb, dietas cetogênicas e Câncer

Houve um estudo piloto em 10 pacientes com câncer avançado publicado em outubro passado. Os pacientes fizeram uma dieta cetôgenica very low-carb durante 28 dias. De acordo com um PET scan, 4 dos pacientes continuaram a sofrer de doença progressiva, enquanto 5 mantiveram-se estáveis e 1 teve remissão parcial. Os pacientes que tiveram a melhor resposta metabólica à dieta (ou seja, menos insulina e níveis mais elevados de cetonas) viram mais melhorias (2).

Relato de Caso de duas meninas com câncer cerebral

Em 1995, um relato de caso de duas meninas com câncer no cérebro foi publicado. Após 7 dias em uma dieta cetogênica, os níveis de glicose no sangue diminuíram e captação de glicose no local do tumor diminuiu 21,8%. Uma das meninas teve melhora significativa nos sintomas e sua doença não progrediu pelos próximos 12 meses (3).

Qualidade de vida em pacientes com câncer

Em um estudo piloto de 16 pacientes com câncer em estágio avançado, uma dieta cetogênica fez melhorar a qualidade de vida e parou a progressão do câncer para os 5 pacientes que completaram o estudo de 12 semanas (4).

E quanto à prevenção?

Muitos tipos de câncer são associados com outras doenças da civilização como obesidade e diabetes. Dado que as dietas pobres em carboidratos podem, em muitos casos, melhorar drasticamente e até mesmo curar algumas destas doenças, não é preciso um grande esforço de imaginação para ver como esta dieta pode reduzir as chances de desenvolver câncer mais tarde na vida. Níveis elevados de açúcar no sangue e de insulina, alta circulação de IGF-1, todos são fatores de risco para o câncer e são todos melhorados em uma dieta cetogênica low-carb.

Isso ainda precisa de muito mais Pesquisa

O câncer é uma coisa desagradável. Você pode cortá-lo fora, irradiá-lo e sobrecarregá-lo com veneno, mas de alguma forma, muitas vezes ainda consegue sobreviver e se espalhar. Dieta cetogênica pode vir a ser uma arma útil no arsenal contra esta desagradável doença, mas é definitivamente prematuro fazer quaisquer recomendações baseadas na pesquisa atual.

Sucesso

Sucesso

 

“Quando a qualidade da nossa conversa é elevada isso cria uma atmosfera poderosa que se espalhar ao redor. Paz profunda cria sentimentos bons e amorosos por todos. Quando estamos em paz somos capazes de experimentar as qualidades profundas internamente. Este é o objetivo da meditação. Treinar nossas mentes para sermos pacíficos e guiar nossa percepção para ficarmos em silêncio. Então, com o uso do intelecto, conseguimos tomar poder do Divino. Isso nos dará a experiência de uma vida de sucesso.”

Dadi Jank

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Paz na mente

Paz na mente 2

 

“Tornar a mente pacífica significa ter menos pensamentos. Sempre que fizermos qualquer atividade, precisamos prestar atenção em nossas palavras e ações, mas sem tensão. Coloque um A na frente da tensão e nós temos Atenção. Quando ficamos livres de tensão e prestamos atenção, seja o que for preciso, nossa mente será capaz de ser tocada por aquilo. Assim, nossas interações serão mais prazerosas, as pessoas irão gostar de interagir conosco.”

Dadi Janki

terça-feira, 15 de setembro de 2015

A cura para o diabetes

A cura para o diabetes

Artigo traduzido por Antônio Carlos Junior, Caio Fleury e Hilton Sousa. O original está aqui.
por Adam Campbell
E se a Associação de Cardiologia Americana aprovasse uma dieta de gordura trans? Problema, certo? Olhe o que a Associação Americana do Diabetes (ADA) está dizendo a pessoas com diabetes: açúcar. Não se preocupe: Nós temos a solução aqui.
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É um milagre que ninguém tenha tentado revogar a licença médica de Mary Vernon.
Desde 1999, a médica de família de 52 anos de idade tem tratado de pacientes diabéticos em Lawrence, Kansas, com uma abordagem que foi abandonada pela maioria dos médicos na década de 1930. Pior, este remédio da Era da Depressão é o oposto das atuais orientações estabelecidas pela ADA, uma organização sem fins lucrativos que gastou quase US$51 milhões em pesquisas em 2005, e assim deveria saber uma coisa ou duas sobre como lidar com diabetes.
Não há dúvida de que a Dra. Vernon é problema – mas para quem? Não para seus pacientes, isso é certo. Eles apenas não vão ficar doentes. As pessoas andam em seu escritório aflitos com diabetes tipo 2 e, para cada medição médica objetiva, sai curado. Há US$51 milhões que dizem que não deveria acontecer, não em uma clínica em Kansas, e definitivamente não como resultado de esvaziar a geladeira.
"Minha primeira linha de tratamento é fazer com que os pacientes removam carboidratos de suas dietas", explica Dra. Vernon, uma pequena, enérgica mãe de dois filhos que também presta serviço como a presidente da Sociedade Americana de Médicos Bariátricos. "Isso é muitas vezes tudo que é necessário para inverter os seus sintomas, de modo que eles não precisam de medicação."
É isso aí? 
É isso – uma estratégia simples, mas uma que é controversa. Se a Dra. Vernon e um quadro crescente de pesquisadores estão corretos sobre carboidratos, poderemos estar olhando para um caso épico da ignorância por parte da comunidade médica. Isso, no entanto, quase empalidece as implicações para a ADA, a saber, que a própria organização dedicada a subjugar o diabetes está rejeitando o que poderia ser a coisa mais próxima que temos de uma cura.
Embora não seja uma doença infecciosa, diabetes parece estar se espalhando como uma. Desde 1980, a sua prevalência nos Estados Unidos aumentou em 47%, uma tendência que se espera tomar uma trajetória de nave espacial na próxima década. Isso porque quase metade dos homens americanos hoje tem a condição ou estão à beira de desenvolvê-lo, de acordo com um novo relatório do National Institutes of Health. E as consequências são consideráveis: Diabetes é a principal causa de doença cardiovascular, reduzindo tempo de vida de um homem por uma média de 13 anos. Escape da morte precoce e você poderia ainda acabar impotente, cego, em insuficiência renal, ou, mais provavelmente, menos um pé (um membro gangrenado ou dedo é amputado a cada 6 minutos nos Estados Unidos.)
"Este é um enredo 'pegue seus mosquetes, companheiros, os lobos estão na porta" , diz David Katz, MD, professor associado de saúde pública na escola Universidade de Yale da medicina. "O que antes era 'diabetes adulta' (N.T.: tipo 2) - uma condição na maior parte do excesso de peso, sedentarismo,de adultos de meia-idade - é agora uma epidemia em crianças com idade inferior a 10."
Então, o que é exatamente o diabetes? Em termos de novato em biologia, é uma doença do hormônio insulina. Secretado pelo pâncreas, a insulina movimenta a glicose - a forma de açúcar que seu corpo usa para a energia - a partir de sua corrente sanguínea para as células. 
Os problemas surgem, no entanto, quando, muitas vezes devido ao excesso de peso, as células começam a tornar-se resistentes aos efeitos da insulina. (Ela bate, ninguém responde.) Como resultado, mais insulina é necessária para dispor da mesma quantidade de glicose. (A batida torna-se uma batida forte.) Esta condição, chamada resistência à insulina, é o primeiro estágio do diabetes tipo 2.
Como a resistência à insulina piora ao longo do tempo, o pâncreas tem que bombear enormes quantidades de insulina para forçar a glicose para as células. (Hey, vamos usar uma marreta!) 
Eventualmente, o pâncreas tem problemas para manter-se, deixando-o crônico com açúcar elevado no sangue , também conhecida como hiperglicemia - o marcador de definição de diabetes e as causas das calamidades que possam surgir a partir dele. Infelizmente, só vai ficar pior a partir daqui: Se a resistência continua elevada, algumas das células beta produtoras de insulina dentro do seu pâncreas pode "queimar" e parar de funcionar completamente. (No diabetes tipo 1, uma doença auto-imune destrói a maioria ou todas as células beta.) Uma vez que as células beta queimam, você está olhando para uma vida de injeções diárias de insulina.
Ou não, se você acreditar na Dra. Vernon.
Ao contrário de proteína, gordura e fibra - que têm pouco ou nenhum impacto sobre o açúcar no sangue - carboidratos, como amido e açúcar são rapidamente decompostos em glicose durante a digestão, que é então absorvido em sua corrente sanguínea. Quanto mais você come, maior e mais rápido o seu açúcar no sangue sobe. Portanto, se você tem diabetes, faria sentido para controlar o açúcar no sangue, limitando a ingestão de carboidratos. Outra vantagem de consumir menos carboidratos é que muitas vezes você acaba consumindo menos calorias, e que pode ajudar a reduzir o peso, o que, por sua vez, reduz a resistência à insulina.
Em contrapartida, a ADA sugere que as pessoas com diabetes construam suas dietas em torno de pão. Ok, não apenas pão. Ao explicar o fundamento de sua pirâmide alimentar do Diabetes, o site da ADA - a face pública da organização - afirma, "Isso significa que você deve comer mais porções de grãos, feijões e vegetais ricos em amido do que de qualquer um dos outros alimentos. "E, embora grãos integrais sejam enfatizados como ricos em fibras, uma fatia de pão de trigo integral ainda é mais de 80% de amido.
É claro, os doces estão no topo da pirâmide – mas lá também estão as gorduras e óleos, o que faz com que pareça que o principal foco da ADA não está no açúcar elevado no sangue, mas antes em uma doença diferente.
"A longo prazo, o que você está realmente preocupado é com a doença cardíaca", diz Marion Franz, RD, um membro de uma equipe de 11 especialistas que co-autorou as recomendações nutricionais da ADA em 2006. "É a principal causa de morte para as pessoas com diabetes." Em outras palavras, eles usam o alimento como uma arma contra uma complicação de diabetes, em vez do diabetes em si.
Quando se trata de controle de açúcar no sangue, a ADA parece empurrar drogas tão rígidas quanto dieta. Uma declaração de posição da ADA publicada em agosto de 2006 informa que pessoas recém-diagnosticadas com diabetes tipo-2 comecem imediatamente a tomar metformina, uma medicação oral que reduz a produção interna do corpo de glicose, ajudando a reduzir os níveis de açúcar no sangue. Com vendas totais de metformina tendo aproximado dos US$1.1 bilhões em 2005, segundo a IMS Health, esta recomendação recente deve ter trazido um grande sorriso para as grandes farmacêuticas - e um olhar de descrença absoluta para os rostos dos críticos da ADA.
"Eles estão se contradizendo", diz Richard Feinman, Ph.D., diretor do Nutrition & Metabolism Society e professor de bioquímica na SUNY Downstate Medical Center, em Nova York. "Eles querem que os diabéticos a tomem medicamentos para baixar o açúcar no sangue, mas recomendam uma dieta que tem o efeito oposto."
Pelo menos as recomendações da ADA estão apontando na mesma direção, no caso de pessoas obesas com diabetes - disparar metformina, mas também cortar calorias e adicionar exercício para reduzir a resistência à insulina. O que é estranho aqui, no entanto, é que eles não aconselham dando o componente de estilo de vida a chance de funcionar antes de chegar para o frasco de comprimido.
"A metformina é segura para as pessoas que não estão seguindo seu plano de dieta e exercício", explica John Buse, MD, Ph.D., presidente eleito de Medicina e Ciência da ADA.
A mensagem para os insulino-resistente americanos: Nós não achamos que você está ajudando-se, então aqui, tome isso.
Quando Brian Long acordou coberto em seu próprio sangue, ele sabia que era hora de ver um médico. A bolha que vinha infeccionando em sua coxa direita por 2 meses tinha finalmente se rompido. Com as recomendações de um amigo, o negociante de 30 anos marco uma consulta com uma médica local. Por sorte, o nome dela era Mary Vernon.
"Assim que vi o tipo de bolha que Brian tinha, ficou óbvio para mim que ele tinha diabetes", lembra a Dra. Vernon, explicando que bolhas renitentes – juntamente com cortes e arranhões que não se curam – são um dos poucos sinais externos de diabetes. Um teste de glicose forneceu a confirmação necessária: a glicemia de Long estava em 360mg/dl, quase 4 vezes mais alta que o normal.
A Dra. Vernon instruiu Long a adotar uma dieta LCHF ao invés das bem-estabelecidas diretrizes da ADA. Sua condição reverteu-se – e foi rápido. Em apenas 4 meses, ele não era mais diabético. E isso sem tomar sequer uma única dose de metformina ou insulina injetável.
"Meu tratamento não parecia um tratamento", diz Long. "Tudo o que eu tive que fazer foi mudar meus hábitos alimentares".
Essa reviravolta pode ter surpreendido Long, mas a Dra. Verner é mais pragmática sobre o remédio e o resultado. "Eu acredito em abordar a causa, e não os sintomas", ela diz. "Esse é o motivo pelo qual eu inicialmente elimino os alimentos que elevam o açúcar no sangue. É apenas lógica".
Tão lógico, na prática, que o Dr. Elliot Proctor Joslin, um médico formado em Harvard e Yale, usava isso mais de 1 século atrás. De acordo com registros de pacientes cuidadosamente documentados que ele manteve de 1893 a 1916, o Dr. Joslin tratou com sucesso dezenas de pacientes diabéticos – incluindo sua própria mãe – usando uma dieta feita de 70% de gordura e apenas 10% de carboidratos.
Então, em 1921, um cientista canadense chamado Frederick Banting descobriu que ao injetar cães diabéticos com insulina, ele conseguia baixar a glicemia deles par ao normal. Logo após, a terapia com insulina fez o salto de cães hiperglicêmicos para humanos. Por volta dos anos 1940, a insulina estava em amplo uso, e dietas low-carb estavam em declínio. O Dr. Joslin mais tarde foi taxado de reacionário médico.
"Ao invés de aconselhar as pessoas com diabetes a primeiro restringir os carboidratos, os médicos simplesmente começaram a prescrever insulina para acomodar a ingestão de carboidratos dos pacientes", diz a Dra. Vernon, que 60 anos depois está tentando continuar de onde o Dr. Joslin parou e reeducar acadêmicos e médicos ao compartilhar a evidência observacional. Em revisões retrospectivas dos gráficos médicos de seus pacientes, a Dra. Vernon documentou os efeitos benéficos de uma dieta LCHF em mais de 60 pessoas que tinham diabetes ou estavam em alto risco de desenvolver a doença.
É claro, no mundo da medicina, a experiência de um médico tem pouco peso científico comparada aos estudos experimentais conduzidos em condições controladas. Esse o motivo de, em 2003, pesquisadores da Universidade Duke  partiram para testar as descobertas da Dra. Vernon em ambiente de laboratório. Os resultados de seu estudo de 16 semanas foram: 17 dos 21 pacientes diabéticos que participaram foram capazes de reduzir significativamente ou abandonar sua medicação inteiramente.
"Quando você corta os carboidratos, reduzir a insulina e outras medicações antidiabéticas não é apenas um benefício, é uma necessidade", diz William Yancy, PhD e líder do estudo da Duke. "De outra forma, os níveis de glicemia baixariam demais".
"Você precisa de um certo nível de carboidrato dietético para prover fibra, minerais e vitaminas suficientes", diz o Dr. Buse da ADA, quando questionado sobre o motivo de uma pessoa com diabetes precisar de carboidratos, dado o efeito deles sobre a glicemia.
E ele está certo. Por que arriscar uma deficiência nutricional em alguém com alguma condição de saúde crônica? Exceto que essa é exatamente a aposta que você faz se agir de acordo com a Bíblia da Alimentação & Nutrição para Diabéticos da ADA. Uma análise do plano rico em carboidratos e pobre em gorduras, apresentado em janeiro numa conferência da Sociedade de Nutrição & Metabolismo, mostrou que ela não provê as recomendações diárias de 4 nutrientes essenciais: potássio, ferro, vitamina D, e vitamina E. A dieta da ADA era, na prática, deficiente.
O culpado ? O limite de 2000 calorias do plano, diz Judith Wylie-Rosett, co-autora das recomendações nutricionais de 2006 da ADA. "Quanto mais você restringe as calorias em qualquer dieta, mais difícil é obter os nutrientes que precisa da comida".
Pode ser difícil imaginar como uma dieta rica em gorduras e pobre em carboidratos seria ainda mais nutritiva, mesmo se as calorias estiverem na faixa adequada. Mas isso é apenas porque a maioria de nós tem uma visão distorcida do que comeríamos. Especificamente, achamos que low-carb quer dizer "poucos vegetais". Na verdade, muitos vegetais contêm muito pouco carboidrato por porção, e a maioria deles é do tipo fibroso, que mal afeta a glicemia. Então vegetais não apenas são aceitáveis, mas encorajados em uma dieta low-carb.
A Dra. Vernon, por exemplo, recomenda que a maioria dos seus pacientes diabéticos coma verduras em todas as refeições. O Dr. Joslin, lá em 1893, propunha que os pacientes limitassem seus vegetais àqueles que "contivessem menos de 5% de conteúdo de carboidratos", que ele identificava como espinafre, tomate, aspargo, brócolis e 23 outras opções. E em uma pesquisa de mais de 2000 praticantes de low-carb, Feinman descobriu que 80% na prática consumia mais quantidades de vegetais do que faziam antes de adotarem a abordagem
Mais bizarro que a recomendação geral da ADA para o consumo de carboidratos, entretanto, é a postura da organização sobre a sacarose, comumente conhecida como açúcar de mesa. De acordo com a ADA, não há necessidade de as pessoas com diabetes restringirem sua ingestão da substância doce. O motivo publicado pela organização: no que diz respeito à elevação da glicemia, a sacarose não é pior que o amido.
"Isso é uma justificativa quase diabólica", diz Feinman. "Amido pode ser a pior comida que se pode comer em termos de controlar a glicemia".
Um pouco de química: sacarose é composta de quantidades iguais de dois açúcares simples, glicose e frutose. A primeira é a mesma glicose que circula na sua corrente sanguínea. Assim, ela já está na forma que o seu corpo precisa, então é rapidamente digerida e aumenta a glicemia. A frutose, entretanto, tem que ser convertida em glicose pelo seu fígado. Isso reduz a taxa com que é digerida e reduz o impacto na glicemia.
Amido, por outro lado, consiste quase inteiramente de glicose. Na prática, pense no amido – o carboidrato primário do pão, arroz, massas e outras comidas baseadas em farinhas – como um monte de moléculas de glicose. unidas por ligações químicas. Essas ligações começam a se dissolver no momento que entram em contato com a saliva, imediatamente liberando a glicose para entrar em sua corrente sanguínea. Como resultado, o amido tem um impacto ainda maior sobre a sua glicemia do que a sacarose: essencialmente, é como injetar glicose antes da sua dose de insulina. "A implicação da ADA é que igualar o açúcar ao amido é uma comparação favorável", diz Feinman, "quando na prática é o oposto".
O endosso da ADA à sacarose – bem como o do amdo – vem com um porém: "A ingestão deve ser adequadamente coberta por insulina ou outra medicação redutora de glicemia". Isso soa como se você pudesse comer todo o açúcar que deseja, desde que tome remédios o suficiente.
"Não estamos dizendo que é ok para pessoas com diabetes comerem montes de doces", diz Franz. "Mas elas merecem o direito de comer todos os tipos de carboidratos, assim como qualquer outra pessoa". Não importa que a necessidade de mais medicamento indique usualmente que a doença está piorando. "Isso é como dizer que está tudo bem comer espinafre contaminado só porque você tem o antibiótico", diz Feinman.

A objeção mais óbvia para o tratamento de diabetes com uma dieta low-carb e rica em gordura é que, bem, ela é rica em gordura. Afinal, a gordura saturada é a vilã do coração, certo?
Errado, diz Jeff Volek, PhD, um pesquisador de nutrição da Universidade de Connecticut. "Nossa pesquisa indica que a substituição de carboidratos por gordura saturada tem um efeito benéfico sobre a saúde cardiovascular", explica ele. "Uma dieta pobre em carboidratos diminui a produção da gordura saturada corporal e aumenta a capacidade do corpo de queimar a gordura dietética consumida. Na verdade, diz Volek, mais de uma duzia de estudos revisados por pares, publicados desde 2003, mostram que uma dieta com baixo teor de carboidratos e rica em gordura é mais eficaz na redução do risco global de doenças cardíacas do que uma dieta alta em carboidratos e com baixo teor de gordura. E, assim como a dieta que o Dr. Vernon prescreve, cada um destes planos de refeições consiste em 50-70% do total de calorias provenientes de gordura.
Ainda assim, os oponentes argumentam que, embora o número desses estudos possam favorecer a decisão para a utilização de uma dieta low-carb e rica em gordura, a duração deles não favorece.
"O que funciona a curto prazo nem sempre foi provado ser benéfico a médio e longo prazo," diz Dr. Buse. "Em uma organização como a ADA, você tem que ser conduzido pelos dados, não por opiniões".
Tradução: Se não houver evidência publicada de como uma dieta é efetiva – no que o Dr. Buse chama de médio prazo, que ele define como um estudo que dura de 3 a 6 anos - o ADA não vai apoiá-la como uma opção de tratamento. O que significa que todos os estudos de curto prazo que Volek cita - e da experiência clínica dos médicos como a Dra. Vernon - não contam no mundo da ADA, embora as dietas com baixo teor carboidrato tenham produzido apenas resultados positivos.
"Eu acho que o ônus deve ser da ADA por mostrar dados que sugerem que dietas de baixo teor de carboidratos não são benéficas no médio prazo", diz Feinman. "Todas as evidências que temos sugerem o contrário, inclusive epidemiológicas."
Feinman está se referindo aos estudos sobre os esquimós da Groenlândia, que antes da década de 1980 tinham, talvez, a menor prevalência de doenças cardíacas e diabetes do planeta. Um estudo de 25 anos descobriu que apenas 1 em cada 1.800 pessoas monitoradas desenvolveu diabetes. Sua dieta: quase inteiramente de gordura e proteína, e apenas cerca de 3% de carboidratos.
Mesmo com toda a evidência acumulada, não há dúvida de que o alto teor de gorduras das dietas low-carb é preocupante para muitas pessoas. E pode ser por isso que mais médicos não defendem a abordagem, mesmo que muitos a sigam: Um estudo da Universidade da Pensilvânia relata que os médicos prescrevem uma dieta de baixo teor de gordura para seus pacientes 67% das vezes, no entanto, quando se trata de sua própria dieta, eles muitas vezes consomem uma dieta baixa em carboidratos.
***
Em um McDonald em Lawrence, Kansas, os funcionários tem que preencher alguns pedidos incomuns, como quando Brian chega com tudo e pede um cheeseburger duplo – mas sem pão.
Nos quase 10 meses que vem seguindo recomendações dietéticas da Dra. Vernon, ele aprendeu alguns truques para evitar o amido, incluindo pedir um cheeseburger duplo no McDonald, embora ele prefira de outro lugar. "Aqui, o caixa não olha feio para você quando você faz o pedido", diz ele. "Talvez seja porque ele fica a apenas alguns quarteirões da clínica do Dr. Vernon."
Long não percebe isso, mas de acordo com muitos especialistas em nutrição, cortar os carboidratos da sua dieta deveria cair em algum lugar entre imprático e impossível. A maioria das pessoas com diabetes simplesmente não podem ou não vão fazer isso. "Uma dieta extrema não funciona bem no longo prazo", diz Franz.
"Qual você imagina que as pessoas achariam mais prático ?" questiona a Dra. Vernon. "Evitar pão e açúcar, ou tomar insulina todo dia ?" Antes de responder, considere que a ADA, a principal entidade americana sobre o diabetes, recusa-se sequer a fazer essa questão a milhões de diabéticos, deixando-os desavisados de que na prática pode haver uma alternativa a levar uma vida de medicação.
"Você pode preferir simplesmente tomar a insulina, e essa é sua escolha", diz a Dra. Vernon. "Mas em minha experiência, pacientes ficam muito mais saudáveis e felizes sem ela". Ela pausa por um momento. "E não esse o ponto da coisa ?"

Efeitos colaterais das dietas low-carb

Efeitos colaterais das dietas low-carb, e como curá-los: Parte 1

Essa é uma série de artigos do Dr. Andreas Eenfeldt, para ajudar os iniciantes!
O original está aqui.

A gripe da indução: Dor de cabeça, letargia, náusea, confusão mental, irritabilidade

O efeito colateral mais comum do low-carb é o que a maioria das pessoas sente durante a primeira semana, frequentemente durando 2-4 dias: a "gripe da indução", assim chamada porque pode ter efeitos similares aos da gripe.
Dor de cabeça é muito comum durante esse período, bem como sentir-se cansado, letárgico e desmotivado. Náusea também é comum. Também é possível sentir confusão mental – não sentir-se nada esperto. Finalmente, é comum ficar irritável – talvez isso mais claramente sentido pelo resto da sua família.
As boas novas é que esses sintomas geralmente somem por si mesmos em alguns dias. A notícia ainda melhor é que eles podem ser completamente evitados. A causa principal é geralmente desidratação e/ou deficiência de sal, causada por um aumento temporário da micção.

A cura: sal é água

Quaisquer problemas podem ser minimizados e às vezes inteiramente curados colocando água e sal suficientes no seu sistema.
Por exemplo, tente adicionar 1/2 colher de chá de sal a um grande copo d'água. Beba. Isso pode reduzir ou eliminar os efeitos em 15-30 minutos. Se sim, isso pode ser repetido diariamente durante a primeira semana.
Uma opção mais saborosa é usar caldo, por exemplo de frango, carne ou ossos.

O bônus: mais gordura

Garanta que come gordura suficiente. Ao tornar-se low-carb, pouca gordura é uma receita para a fome e sentir-se cansado. Você nunca deveria ter que suportar a fome quando começa com low-carb. Uma dieta low-carb apropriada contém gordura suficiente para que sinta-se satisfeito e energizado. Isso pode acelerar a transição e minimizar o tempo perdido sentindo-se "para baixo" quando começa low-carb.
Então como você consegue gordura suficiente, quando come low-carb ? Há um grande número de opções, mas quando em dúvida adicione manteiga ao que estiver comendo.

Se necessário

Se adicionar sal e água (e gordura) não eliminar completamente a gripe da indução, a melhor opção é aguentar firme. Quaisquer sintomas remanescentes provavelmente se resolverão em dias, à medida que o corpo adapta-se ao low-carb e torna-se uma máquina de queimar gordura.
Se necessário, é obviamente possível comer alguns carboidratos e fazer a transição para low-carb mais gradual e lenta. Isso não é recomendado como primeira opção, já que desacelera o processo e faz os benefícios da perda de peso (entre outros) menos imediatamente perceptíveis.

O pão low carb mais fácil do mundo

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

O pão low carb mais fácil do mundo

Depois do sucesso inesperado do bolinho mais fácil do mundo, vem agora o pão low carb igualmente fácil.

O bolinho quebra o galho, mas não é um pão. E as receitas de pão low carb que eu já encontrei são muito complexas, ou muito ruins.

Há uma receita de pão com farinha de amêndoas que fica sensacional, mas requer coisas como bater claras em neve, untar forma, assar no forno comum por 50 minutos, com temperaturas diferentes durante o processo. Isso sem falar no preço obsceno da farinha de amêndoas!

Resolvi então inventar um pão, com os seguintes requisitos:

  • Low carb
  • Fácil de fazer
  • Preparo rápido (microondas)
  • Ingredientes baratos
  • Com textura de pão (não pode ser farelento!)
  • Gostoso.
Impossível?

INGREDIENTES:
  • Linhaça (cerca de 6 colheres de sopa)
  • Amendoim* torrado sem casca (cerca de 2 colheres de sopa; pode ser feito sem amendoim e com mais linhaça, se preferir)
  • Meia colher de chá de fermento químico
  • 1 Colher de sopa cheia de requeijão
  • 2 Ovos
  • Sal a gosto
  • Um moedor de café (custa menos que 1 Kg de farinha de amêndoas, mas você só compra uma vez).

Modo de preparo:

Cubra as lâminas do moedor de café com linhaça (umas 6 colheres de sopa):

Cubra a linhaça com amendoins:

Moa tudo até ficar uma farinha homogênea:

Despeje a farinha em uma forma, de preferência de vidro (aquecer plásticos não é uma boa ideia):
Na foto, a colher de chá com fermento
Misture o fermento com a farinha: 

Acrescente uma colher de sopa bem cheia de requeijão:

Acrescente os 2 ovos:

Misture tudo com a colher:

Coloque 3 minutos no microondas:
















Está pronto!

Para desenformar, basta sacudir:

A textura é de pão - não é farelento!

Agora que você tem um pão, pode finalmente fazer um sanduíche:
O tempo de preparo total é inferior a 10 minutos. É possível ir dos ingredientes ao produto acabado em tão pouco tempo que pode ser feito por quem é ocupado e tem uma vida corrida.

No dia seguinte, fica duro. Mas nem tudo é perfeito...

***

*Sobre amendoim: sim, eu sei que amendoim não pertence à ortodoxia páleo. Mas é low carb, é há quem questione essa questão da exclusão das leguminosas (leia isso, por exemplo). Você pode fazer a receita sem amendoins e com mais linhaça - eu testei, dá certo, apenas fica com um gosto mais acentuado de linhaça (menos suave).

Paz na mente

Precisamos entender o contraste entre extroversão e introversão. Extroversão é quando o intelecto está focado no exterior. Introversão é quando o intelecto está focado no interior.  Quando a mente está em paz, o intelecto se torna introspectivo. Ele foca no que está acontecendo dentro de nós e não fora. A introspecção leva à pureza e à limpeza do eu. Essa limpeza é refletida nos pensamentos. Pensamentos limpos proporcionam paz na mente.”
Dadi Janki

Gordura saturada supera a concorrência

Gordura saturada supera a concorrência

Em um novo estudo, na verdade, uma meta análise de diversos estudos prospectivos de coorte foi feita com o objetivo de entender melhor a relação entre o consumo de gorduras trans e gorduras saturadas e o risco de mortalidade geral, por doenças cardíacas, diabetes e acidente vascular cerebral isquêmico (AVC Isquêmico).
Gordura saturada meta analise
O consumo de gorduras saturadas que são encontradas em diversos alimentos naturais não foi relacionado com a mortalidade total, tampouco com diabetes, AVC e doenças do coração. Entretanto, o consumo de gorduras trans, uma gordura com a estrutura molecular quimicamente alterada durante seu processamento industrial, foi associada com a mortalidade total anual (mortalidade por todas as causas), exceto Isquemia e diabetes tipo 2.
O consumo de gorduras trans industrial foi associada a mortalidade por doenças cardiovasculares, mas não a gordura trans encontradas em quantidades muito limitadas em animais de pasto, como bois, cabras e cordeiro, do mesmo modo que a gordura saturada destes animais não foi relacionada a nenhuma causa de mortalidade. A conclusão do estudo foi a seguinte:
Conclusions: Saturated fats are not associated with all cause mortality, CVD, CHD, ischemic stroke, or type 2 diabetes, but the evidence has methodological limitations. Trans fats are associated with all cause mortality, total CHD, and CHD mortality, probably because of higher levels of intake of industrial trans fats than ruminant trans fats. Dietary guidelines must carefully consider the health effects of recommendations for alternative macronutrients to replace trans fats.
Conclusão do estudo:
Gorduras saturadas não são associadas à mortalidade por todas as causas, doenças cardiovasculares, doenças coronárias, AVC isquêmico, ou diabetes tipo 2, mas a evidência possui limitações metodológicas. Gorduras trans são associadas com a mortalidade por todas as causas, provavelmente devido ao consumo de altos níveis de gorduras trans industrial, ao invés da gordura trans de animais ruminantes. As diretrizes nutricionais devem considerar cuidadosamente o efeito na saúde de recomendações para substituir as gorduras trans.”
Os resultados deste estudo, alinhados a outros estudos sobre o tema, demonstram que o foco na redução da gordura saturada como fator preventivo da aterosclerose e causas de morte não é suportada pelos dados estatísticos. A teoria lipídica há muito tempo vem sendo questionada e colocada contra a parede devido à falta de evidências na contribuição para as doenças do coração.
Em retrospectiva, é importante salientar sobre o estudo japonês recente, com mais de 50 mil participantes, que indica que níveis baixos de consumo de gordura saturada aumentam o risco de morte por AVC, com resultados que sugerem que o mesmo pode acontecer com no processo aterogênico que leva a doenças do coração.
Não preciso lembrar vocês de que neste ano de 2015 nos Estados Unidos e a “A Academia de Nutrição e Dietética”, a maior organização mundial de profissionais de alimentação e nutrição recomendou que se tirasse a gordura saturada e o colesterol dietético da lista de preocupações para a saúde. Então, por que ainda estamos discutindo sobre isso? Provavelmente porque as pessoas precisam saber a verdade sem distorções, em meio a promiscuidade gerada pela mídia e por questões políticas.
Para colocar em perspectiva para vocês leitores do blog, estudos clínicos e randomizados são o maior grau de evidência científica, enquanto estudos observacionais como estes, a princípio, fornecem evidência mais inconclusivas, que na verdade nem são chamados de evidência até que sejam de fato testadas e confirmadas pelos ensaios clínicos controlados. No caso da gordura saturada, o seu consumo em geral tem gerado desfechos positivos nos estudos controlado, e portanto gravitam em direção ao suporte da hipótese das observações.
Do mesmo modo que não há evidência observacional para a restrição da gordura saturada dos alimentos, tampouco há evidência clínica para sua limitação, visto também que dietas low-carb e paleolíticas testadas por uma abundância de experimentos demonstram ser muito úteis na redução do peso, saciedade e melhora dos biomarcadores de saúde.

Dieta low-carb e diabetes

Dieta low-carb e diabetes

Saiu uma matéria na revista americana Men’s health em 2006 entitulada “A Cura Para Diabetes”: E se a Associação Americana do Coração suportasse a dieta da gordura trans? Seria um problema, certo?  Veja com o que a Associação Americana de Diabetes está alimentando os diabéticos: Açúcar. Sem problemas: Temos a solução aqui. Esta matéria da Men’s Health foi traduzida para português na íntegra por Antônio Carlos Junior, Hilton Sousa e eu, como uma sugestão do Dr. Souto e você pode lê-la clicando na imagem abaixo ou aqui.
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A crítica se deve ao fato da Associação Americana de Diabetes estar recomendando uma dieta alta em carboidratos para diabéticos, mesmo em luz de um grande corpo de evidências sugerindo o oposto, ou seja, uma dieta baixa em carboidratos para a cura da diabetes.
Similarmente, de acordo com a ADA, a Associação Americana de Diabetes na época, o consumo de doces não era uma preocupação, uma vez que a sacarose, ou açúcar de mesa, aumenta o açúcar sanguíneo do mesmo modo que o amido dos alimentos. Logo, de acordo com esta lógica, carboidratos são bons para diabéticos como são para qualquer indivíduo, e portanto, o açúcar é bom para todos também. Errado! Isto não é o que a ciência mostra, ponto final. O artigo elucida este contraste das recomendações vigentes e com o que as evidências sugerem para diabéticos e para indivídos com transtornos metabólicos.
Enfatiza que uma série de estudos publicados desde 2003 demostram que a dieta low-carb reduz o risco de doenças cardiovasculares, incluindo diabetes mais do que outras dietas. Verdade, a restrição de carboidratos favorece a queima de gordura e a melhora dos biomarcadores de saúde.
O problema com a ADA é que ela não apoia estudos com menos de 3 anos de duração como evidência, entretanto, isto está limitando totalmente o campo de visão e compreensão da ciência por trás do tratamento da diabetes, uma vez que estudos clinicos e randomizados são relativamente curtos por natureza, com relação a estudos prospectivos, tanto é que são aceitos pela comunidade científica como sendo o maior grau de evidência científica. Temos um grande problema aqui, vocês percebem? A ADA não aceita como evidência o que representa o maior grau de evidência científica!  Este é um grande paradoxo que limita a própria credibilidade da instiuição.
Outros pontos importantes da matéria:
  • “Em 2003, pesquisadores da Universidade Duke foram designados para testar as descobertas do Dra. Mary Vernon, presidente da Sociedade Americana de Médicos Bariátricos, em um ambiente de laboratório. Os resultados de seu estudo de 16 semanas: 17 dos 21 pacientes diabéticos que participaram foram capazes de reduzir significativamente a sua medicação ou eliminá-la por completo.”
  • “Em uma pesquisa com mais de 2.000 pessoas seguindo a dieta low-carb, Richard Feinman, Ph.D., diretor da Sociedade de Nutrição e metabolismo dos EUA e professor de bioquímica do centro médico SUNY Downstate, em Nova York, descobriu que 80 por cento realmente consomem maiores quantidades de vegetais, em relação ao que consumiam antes de adotaram a abordagem.
  • Diversos médicos como Dra. Mary Vernon são simples e diretos em suas recomendações. Nas palavras da Dra. Vernon:
Minha primeira linha de tratamento é prescrever uma dieta baixa em carboidratos.”
Isto geralmente é tudo que é necessário para reverter seus sintomas”
Simples! A low-carb reverte boa parte dos sintomas da maioria dos pacientes.