quinta-feira, 29 de setembro de 2016

Ator australiano faz dieta "saudável" por 60 dias... e fica doente

Ator australiano faz dieta "saudável" por 60 dias... e fica doente

Damon Gameau passou dois meses ingerindo sucos, barras de cereais, iogurtes desnatados e bedidas esportivas


    

 postado em 20/11/2014 10:30 / atualizado em 20/11/2014 14:58

Reprodução/Trailer/That Sugar Film


A dieta baseada em alimentos aparentemente saudáveis pode não fazer tão bem assim. Foi o que comprovou o ator australiano Damon Gameau. Ele foi submetido a um experimento para provar que a quantidade de açúcar encontrada em alimentos "lights" pode ter efeitos dramáticos na saúde de quem adere a dietas baseadas em sucos, barras de cereais, iogurtes e bebidas esportivas.

Em pouco tempo submetido à dieta radical, Gameau contraiu doença hepática gordurosa e detectou instabilidade mental. Toda a experiência está no documentário "That sugar film" (O filme do açúcar, em tradução livre), que estreia na Austrália em março de 2015.

Já no trailer, é possível ver que uma pessoa que segue a dieta "light" consome, em média, 40 colheres de açúcar por dia, mais de um quádruplo do recomendado. O maior problema é que ela está escondida em alimentos inesperados.

Leia mais notícias em Mundo

Antes de iniciar as gravações, Damon Gameau conta que havia passado três anos longe de produtos cheios de açúcar e os introduziu na dieta para mostrar a experiência. Além do fígado afetado, ele relata que se sentiu mais lento e ficou com o temperamento estranho, mesmo que consumisse a mesma quantidade de calorias de antes.

Assista ao trailer do filme:


SICKO - SOS Saude - Michael Moore completo legendado - YouTube



SICKO - SOS Saude - Michael Moore completo legendado - YouTube

https://www.youtube.com/watch?v=VoBleMNAwUg

P.E.R.M.A – 5 PASSOS PARA SER MAIS FELIZ

P.E.R.M.A – 5 PASSOS PARA SER MAIS FELIZ

Este é mais um video onde trago informações quentinhas do evento Paleo(fx) em Austin, TX e que podem colaborar para tornar sua vida melhor, mais feliz e motivadora!
Como sempre digo, o Emagrecer De Vez tem o foco principal em ensinar você a emagrecer de forma permanente, correta e saudável, no entanto, não paro por aí porque acho que a parte motivacional também é crucial para uma vida completa, então, se você já me acompanhada desde o começo sabe que sempre tento pincelar assuntos nesta área também.
Espero que o assunto deste vídeo seja útil pra você e que você possa usá-lo no seu dia-a-dia para uma vida mais feliz 🙂
Grande abraço,
Rodrigo

A SENSIBILIDADE AO GLÚTEN ESTÁ NA SUA CABEÇA ?

A SENSIBILIDADE AO GLÚTEN ESTÁ NA SUA CABEÇA ?

Artigo traduzido por Hilton Sousa. O original está aqui.

por Mark Sisson

Primeiramente, a sensibilidade não-celíaca ao glúten/trigo (SNCG) era uma enganação e todo mundo afirmava que as pessoas que sofriam com ela eram parte de um delírio coletivo. Então alguns estudos recentes apareceram, e pareceu que SNCG eracondição real. Pouco depois, pesquisadores ofereceram teorias diferentes. Talvez fosse intolerância a FODMAPs. Talvez fosse culpa de toda aquela fibra de trigo bagunçando o intestino. Talvez fosse fibra de menos e outros substratos fermentáveis, e na prática nós estávamos na prática matando nossas bactérias intestinais e compromentendo a saúde das nossas tripas. Talvez não fosse realmente o glúten. E talvez fosse na realidade algum tipo de placebo. Uma das descobertas mais recentes é que a SNCG pode nem sequer existir. Qual é a verdade?

A resposta à controvérsia na mídia é previsível. "Sem glúten" era apenas uma moda e nós eramos "bobos" por segui-la. Paleo e sem glúten são apenas “mentiras que contamos a nós mesmos”, e elas estão literalmente nos destruindo. O lado bom disso é esse vídeo viral hilário, mas não é ele que afasta as pessoas que poderiam realmente se beneficiar ao evitar glúten/grãos. Ou as pessoas que já se beneficiaram mas continuam duvidando e renegando a dieta. Eu não tenho nenhum dado concreto, mas já recebi feedback suficiente de leitores confusos perguntando se os benefícios reais e mensuráveis que eles tinham estava apenas em suas cabeças.

Talvez não estejam.

Um novo estudo acaba de introduzir outro ponto: pessoas que reportam ter SNCG mostram evidência de ativação do imunológica sistêmica e permeabilidade intestinal prejudicada. Resumindo, SNCG é caracterizada por intestino permeável, translocação aumentada de conteúdo intestinal – incluindo toxinas microbianas – para a circulação, e reatividade imune moderada à presença de glúten. Certamente parece real.

Como o estudo foi conduzido ?

Pesquisadores recrutaram um grupo de 160 adultos, 80 dos quais tinham SNCG comeram uma dieta normal. 40 eram celíacos, 40 eram saudáveis (controles). Eles procederam alguns testes para determinar o status inflamatório inicial dos sujeitos, e aqui está o que encontraram:

Sujeitos com SNCG  mostraram mais reatividade imune ao glúten que os controles saudáveis, mas menos que os celíacos. Essa reatividade aumentada por parte dos SNCG não foi mediada pelos genes tipicamente associados aos celíacos

Os SNCGs tiveram elevação de biomarcadores que indicam dano ao revestimento intestinal. Isso é intestino permeável, a condição que as pessoas "racionais" ainda insistem que só existe na sua imaginação.

Os SNCGs tiveram maiores níveis de proteína ligadora de lipopolissacarídeos (LBP) e sCD14 do que controles e celíacos. Lipopolissacarídeo (LPS) é uma endotoxina bacteriana que tem alguns efeitos nocivos à saúde se tiver acesso sistêmico. Nossos corpos despacham LBP e sCD14 para regular a toxicidade do LPS, evitar dispersão sistêmica e manter uma resposta inflamatória saudável. Altos níveis de LBP e sCD14 indicam elevada inflamação sistêmica. Os SNCGs também tiveram elevados níveis de anticorpos para LPS. Isso sugere que o LPS estava chegando à circulação – talvez através de um revestimento intestinal comprometido – e disparando a resposta inflamatória.

Os SNCGs tiveram elevados níveis de anticorpos contra flagelina. Flagelina é a principal proteína em bactérias Gram-positivas e Gram-negativas, e os anticorpos contra flagelina ficam tipicamente elevados durante infecções envolvendo bactérias. Uma vez que os SNCGs não estavam infectados, um aumento nos anticorpos contra flagelina poderia indicar a translocação de produtos bacterianos do intestino para a circulação (novamente, através de um intestino permeável).

Elevada inflamação sistêmica foi ligada à permeabilidade intestinal. Mais danos à parede intestinal, maior inflamação.

Depois das medidas iniciais, os pesquisadores colocaram 20 dos sujeitos com SNCG em uma dieta sem glúten por 6 meses para determinar o efeito da retirada nos biomarcadores. Trigo, centeio e cevada foram todos restrivos. O que aconteceu então ?

Remover os grãos que contêm glúten melhorou tanto a permeabilidade intestinal quanto a inflamação sistêmica. LBP, sCD14, anticorpos para flagelina e endotoxinas, e marcadores de intestino permeável, todos melhoraram. Eles mostraram menos reatividade a produtos microbianos vazando através do intestino. Seus sintomas, que previamente tinham incluído reclamações tanto intestinais (diarréia, gás, inchaço, dor) e extraintestinais (confusão, fadiga, declínio cognitivo), diminuíram. No geral, remover os grãos com glúten teve benefícios reais que foram refletidos tanto por medidas objetiva quanto subjetivas.

É um estudo bem bacana que suporta muito do que as pessoas têm reportado (e experienciado) por anos.

Entretanto, ele não identifica a fonte dos problemas nesses pacientes. Eles ainda não sabem o que causa a quebra primária da integridade intestinal.

Eu poderia identificar, entretanto. E acho que há maneiras de corrigir.

Nem sequer irei passar por cada uma das recomendações para evitar e curar um intestino permeável. Você pode (e deveria) ler a segunda metade desse post específico sobre intestino permeável, no qual eu destrincho a maioria das causas e soluções possíveis para a condição. Nada será muito surpreendente. Você provavelmente já faz a maioria delas. Mas leia assim mesmo. É um belo aconselhamento suportado por ciência.

Mas para constar, eu vou discutir a evolução da minha relação com o glúten. Eu não o como com frequência, mas consumo raramente aquela crosta de pão embebida em azeite de oliva ou lambuzada de manteiga quando estou em um restaurante particularmente bom. Eu uso molho de soja comum, se só ele estiver disponível. Eu tomo uma boa cerveja algumas vezes por ano. Eu belisco pedacinhos de um bolo ou torta de qualidade se estiver em uma festa de aniversário. Esses pouquinhos costumavam me deixar remorsos, mas não mais. Já percebi uma melhora enorme na minha reação ao glúten, e acho que diversas coisas conjuntamente fizeram uma grande diferença.

Meus treinos: por mais de uma década eu implorei para as pessoas tornarem os treinos longos mais longos e mais leves, e os seus treinos curtos mais curtos e mais intensos. Mas desde que trabalhei com o Primal Endurance, realmente abracei isso de uma maneira que agora percebo que eu mesmo não fazia o que falava. O meu "eu " que é atleta de resistência de elite ficava me cutucando com "faça mais uma série" e "vamos lá, você consegue fazer mais uma subida/circuito/sprint". Eu tenho feito mais movimentos lentos por longa duração (caminhadas, remando) e fiz com que meus treinos pesados ficassem mais curtos que nunca. Tenho evitado o treino intenso e prolongado que induz intestino permeável e favorecido as coisas fáceis que o melhoram. Isso provavelmente melhorou a função da minha barreira intestinal.

Mais colágeno: tenho feito um esforço concentrado para comer mais colágeno via caldo de ossos, barrras de chocolate, cortes gelatinosos de carne como rabada e músculo, e mesmo uma dose de gelatina em pó para engrossar um caldo (pessoal, é sério: adicionem gelatina em pó a um molho de coco com curry e sejam recompensandos). Colágeno é bom para o intestino.

Menos (e melhores) vinhos: quando eu fiz o meu auto-experimento sem álcool, percebi que tanto meu sono quanto meu intestino melhoraram. Tomar vinho natural, mais baixo em álcool e mais livre de adulterantes, preservou tais efeitos ao mesmo tempo que me permitiu ficar alegre.

Mais fibra fermentável: muitos anos atrás, comecei a alimentar minhas bactérias intestinais mais regularmente com substratos fermentáveis como inulina e amido resistente. Smoothies de banana verde, fécula de batata crua, chocolate amargo, e toda a vegetação fibrosa que eu consigo comer tornaram as bagunças do glúten mais toleráveis.

Agora, se  minhas recomendações vão funcionar para você, ainda precisa ser verificado. Estou otimista, entretanto.

Felicidade

Felicidade


“Nós nunca deveríamos nos preocupar. Com que eu deveria me preocupar? O que tiver que acontecer acontecerá. Por que então eu deveria me preocupar? Torne-se inabalável. Com o poder da concentração tudo fica fácil e natural. Quais são os passos então? Primeiro eu tenho que me concentrar ou primeiro eu tenho que ficar introvertido? Veja se você está introvertido ou extrovertido. Se você não estiver introvertido você não conseguirá se concentrar. Aquele que é introvertido é sempre feliz. Pense sobre isso. Não há nutrição como a felicidade.”

Dadi Janki”

Ajustar


  Ajustar


“Na maioria das vezes a mente é como uma mangueira d'agua ligada mas sem comando. Ela pula para lá e para cá. Quando nos interiorizamos, damos os primeiros passos em direção ao autocontrole. É como comandar a mangueira. O próximo passo é ajustar a regulagem para que saia a quantidade adequada de água. Em caso de incêndio, apenas gotas não bastariam. Por outro lado, se fosse preciso regar uma flor, um esguicho forte causaria dano à sua delicadeza.”

Brahma Kumaris

Insulina não trata diabete tipo II




Afinal de contas de contas o que é diabete tipo II? Tecnicamente não a síndrome de resistência à insulina? Para haver resistência não tem que haver uma imensa resposta insulínica porém com pouca eficiência? Não é essa razão pela qual o o corpo força o pâncreas a cada vez produzir mais insulina, pois sempre fica "muita glicose no sangue"? Mas a insulina não é dependente da entrada de glicose a partir de fontes de carboidratos da alimentação? 
Bem, nos últimos dias fiz o atendimento de um senhor com o biotipo típico da síndrome metabólica (abdômen com muito mais do que 100 cm, gordura no fígado etc), e com diagnóstico de diabete tipo II. Pelo insucesso dos remédios habituais lhe foi sugerido insulina. E ele parecia piorar e ficar mais obeso. Para poder levá-lo a ter consciência de que NÃO precisava tomar insulina fizemos o teste insulínico e ela disparou a mais de 300 no sangue e não baixou. Estava na sua frente: ele tinha um monte de insulina - então: porque tomar mais?  Naturalmente lhe foi indicado um tratamento que atinge a causa do problema: restrição de carboidratos. Vamos aguardar a evolução. De qualquer forma, e o texto a seguir nos dá a garantia: não há evidência científica que valide o uso de insulina em diabéticos tipo II, muito  menos que produza qualquer vantagem!

A eficácia e a segurança da insulina no diabetes tipo 2: meta-análise de ensaios clínicos randomizados.



Erpeldinger S, et al. BMC Endocr Disord. 2016.
Publicado em 08/julho/2016

Mostrar citação completa AQUI


SUMÁRIO:

INTRODUÇÃO: É essencial antecipar e delimitar o custo social, econômico e sanitário do diabetes tipo 2 (DM2), que está em progressão constante em todo o mundo. Quando os objetivos dos níveis de glicose no sangue não são alcançados com uma intervenção dietética e no estilo de vida, a insulina tem sido recomendada mesmo se o paciente já esteja ou não, tomando medicamentos hipoglicemiantes. No entanto, a relação risco/benefício da insulina permanece controverso. Nosso objetivo foi determinar a eficácia e a segurança da insulina versus hipoglicemiantes ou dieta / placebo em resultados clinicamente relevantes.

MÉTODOS: Uma revisão sistemática da literatura (Pubmed, Embase, Cochrane Library), incluindo todos os ensaios clínicos randomizados (RCT) que analisam a insulina vs. hipoglicemiantes ou dieta / placebo, publicados entre 1950 e 2013, foi realizada. Foram incluídos todos os ensaios clínicos randomizados efeitos sobre a mortalidade por todas as causas, mortalidade cardiovascular, a morte por câncer, morbidade cardiovascular, complicações microvasculares e hipoglicemia em adultos ≥ 18 anos com diabetes tipo 2. Dois autores avaliaram independentemente a elegibilidade dos estudos e extraíram os dados. A validade interna dos estudos foi analisada de acordo com a ferramenta de Risco de Viés Cochrane (Cochrane Risk of Bias tool). As razões de risco (RR) com intervalos de confiança de 95% (IC 95%) foram calculados, usando o modelo de efeito fixo na primeira abordagem. O I² (qui quadrado) estatístico avaliou a heterogeneidade (heterogeneidade na meta-análise refere-se à variação nos resultados alcançados entre os estudos). Em caso de heterogeneidade estatística, foram realizadas análises de sensibilidade e subgrupo, em seguida, um modelo de efeito aleatório. O limite alfa foi de 0,05. Os resultados principais foram todas as causas de mortalidade e mortalidade cardiovascular. Os desfechos secundários foram eventos cardiovasculares não fatais, episódios de hipoglicemia, a morte por câncer e complicações macro ou microvasculares.

RESULTADOS: Vinte ensaios clínicos foram incluídos a partir dos 1632 estudos inicialmente identificados. 18 599 pacientes foram analisados: a insulina não teve eficiência versus hipoglicemiantes em todas as causas de mortalidade RR = 0,99 (IC 95% = 0,92-1,06) e na mortalidade cardiovascular RR = 0,99 (IC 95% = 0,90-1,09), nem versus dieta / placebo RR = 0,92 (IC 95% = 0,80-1,07) e RR = 0,95 (IC 95% 0,77-1,18), respectivamente. Nenhum efeito foi encontrado em desfechos secundários também. No entanto, a hipoglicemia grave foi mais freqüente com a insulina em comparação com hipoglicemiantes RR = 1,70 (IC 95% = 1,51-1,91).

CONCLUSÕES: Não há nenhuma evidência significativa de eficácia a longo prazo da insulina em qualquer resultado clínico em diabetes tipo 2. No entanto, há uma tendência para efeitos adversos clinicamente prejudiciais, tais como o ganho de peso e hipoglicemia. O único benefício poderia estar limitado na redução da hiperglicemia a curto prazo. Isso precisará ser confirmado com outros estudos.


LINK do original: AQUI

6 Diferenças e Semelhanças Entre o Hipotireoidismo e Hashimoto


6 Diferenças e Semelhanças Entre o Hipotireoidismo e Hashimoto



Após o diagnóstico de uma disfunção da tireoide, muitas pessoas confundem os sintomas do hipotireoidismo e da tireoidite de Hashimoto. Este artigo é para esclarecer essas dúvidas!
Vamos começar por definir cada uma das doenças e em seguida listar as semelhanças e as diferenças.

O Que é o Hipotireoidismo?

O hipotireoidismo significa que sua tireoide não está produzindo hormônios suficientes, também chamada de tireoide lenta. A causa pode ser genética, devido à alimentação ou efeitos colaterais de remédios para outras doenças. Pode também ser causado pelo hipopituitarismo, trauma físico, ou devido à remoção ou radiação da glândula tireoide.
  • Hipotireoidismo primário significa que é um problema na tireoide.
  • Hipotireoidismo secundário significa que é causado por um problema na comunicação entre o hipotálamo e a glândula tireoide através do TSH, como o hipopituitarismo.
  • Hipotireoidismo terciário é o resultado de uma falha na glândula do hipotálamo em liberar o hormônio TRH, que manda a pituitária liberar o TSH.
Para saber mais sobre hipotireoidismo veja os seguintes artigos:

O Que é a Tireoidite de Hashimoto?

A tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune que destrói a tireoide. A tireoide é atacada pelo próprio sistema imunológico, ou o sistema imune ataca uma proteína na tireoide chamada de tireoglobulina, ou ataca uma enzima da tireoide chamada de tireoperoxidase.
Hashimoto ou Hipotireoidismo?Isto resulta na destruição gradual da tireoide e é comum os pacientes saltarem entre sintomas de hipertireoidismo e hipotireoidismo. Os sintomas de hipertireoidismo (ansiedade, maior frequência cardíaca, etc.) são causados pelo despejo de células da tireoide no sangue. Os sintomas de hipotireoidismo (fadiga, depressão, lentidão mental, etc.) são causados pela diminuição na produção de hormônios da tireoide devido à destruição da glândula ou da tireoglobulina.
Os nódulos na tireoide não-cancerosas são comuns em pacientes com Hashimoto. Cerca de 95% dos nódulos da tireoide não são cancerosos.
O diagnóstico da tireoidite de Hashimoto pode ser complicado devido às mudanças constantes que podem levar a exames com resultados confusos.
Para saber mais sobre a tireoidite de Hashimoto, veja os seguintes artigos:
Resumindo: O hipotireoidismo destrói a e leva a um metabolismo lento. A tireoidite de Hashimoto é uma doença autoimune que pode causar o hipotireoidismo.
Ou seja, o hipotireoidismo é um problema na tireoide e Hashimoto é um problema na função imunológica.
A tireoidite de Hashimoto é a principal causa do hipotireoidismo, mas existem cada vez mais pacientes apenas com hipotireoidismo. Possivelmente isto acontece devido às toxinas na nossa alimentação, água e ar que podem afetar negativamente a função da tireoidiana.

Semelhanças do Hipotireoidismo e Hashimoto

  1. Glândulas inchadas: embora isso seja muito mais comum e na tireoidite de Hashimoto (e pode ser chamado de bócio), alguns pacientes sem sinais de doença autoimune podem ver sua glândula inchar. Mesmo a gravidez pode provocar este inchaço devido a um aumento do hormônio gonadotrofina coriónica humana (HCG).
  2. Lentidão: O ataque à tireoide pode resultar em uma diminuição da sua função, e a tireoidite de Hashimoto pode produzir os mesmos sintomas de lentidão e metabolismo lento do hipotireoidismo.

Diferenças Entre o Hipotireoidismo e Hashimoto

  1. Os pacientes de Hashimoto, eventualmente, veem um aumento em qualquer um ou ambos os seus anticorpos da tiroide, chamados Anti-TPO ou anti-tireoglobulina.
  2. A maioria dos pacientes de Hashimoto não podem comer glúten: paciente com hipotireoidismo muitas vezes necessitam evitar o glúten.
  3. As duas doenças podem causar inflamações, mas os pacientes de Hashimoto tendem a ter uma frequência e marcadores maiores de inflamação devido ao ataque contra a própria tireoide. Pacientes com hipotireoidismo regular “podem” ter os marcadores de inflamação devido a aterosclerose devido ao metabolismo reduzido ou concentrações mais elevadas de triglicérides.
  4. À medida que envelhece, os pacientes de Hashimoto sofrem com o aparecimento de outras doenças autoimunes.Top of Form