sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

ITIS - É A INSULINA, ESTÚPIDO (PARTE 1 DE 8)

ITIS - É A INSULINA, ESTÚPIDO (PARTE 1 DE 8)

Artigo traduzido por Juliana Whately. O original está aqui.

por Amy Berger.


Como você pode imaginar, eu gasto muito tempo educando-me sobre saúde, nutrição e alimentos. Quer esteja lendo jornais na literatura científica e médica, acompanhando os posts de blogueiros inteligentes, ou aprendendo mais sobre anatomia e fisiologia humana, uma boa parte da minha semana é dedicada a garantir que, como nutricionista e blogueira, eu sei o que eu estou falando e eu forneço informações confiáveis a meus clientes e leitores. Há muita discussão e rediscussão de notícia velha neste campo e você não consegue andar um quilômetro sem esbarrar em um cachorro morto que foi chutado mais e mais e mais uma vez. Portanto, não é sempre que surge algo que realmente me surpreende. (Como isso. Eu ainda estou fascinada.) De vez em quando, algo que é realmente muito simples, e que deveria ser totalmente óbvio, surpreende-me, mesmo porque isso me faz pensar sobre as coisas de maneiras que eu nunca tinha considerado antes.

Com a ajuda de algumas pessoas muito legais no mundo low-carb, high-fat (LCHF), eu fui introduzida a um novo conceito novo - bem, novo para mim, mas certamente não é nada "novo" - e eu gostaria de compartilhar com você. Há muito para falar, mas o tema geral se resume a isto: concentrando-se quase exclusivamente na glicose sanguínea, as profissões médicas e nutricionais têm deixado de lado um problema muito maior, muito mais insidioso: a insulina.

Como você sabe, a glicose e a insulina no sangue estão intimamente relacionadas. É difícil discutir uma sem a outra. Mas quando foi a última vez que nos seus exames de sangue foi incluída uma medida de seus níveis de insulina? Alguma vez você já teve um médico que olhou para qualquer coisa além da sua glicemia em jejum e talvez a sua A1c se estava preocupado com a sua gestão de açúcar no sangue? (Não importa que a A1c não esteja ainda incluído em um exame de sangue típico. Muitas vezes é preciso solicitá-lo especificamente.) Se você já foi vítima fez um teste de tolerância à glicose oral (OGTT), seu médico mediu os níveis de insulina ou apenas a sua glicose no sangue?

Com um foco único em glicose, glicose, glicose, temos nos distraído do que está realmente dirigindo o navio na diabetes tipo 2 (DM2), síndrome metabólica, doença de Alzheimer e muitas mais condições que vamos explorar em detalhe na parte 2 desta série. Assim, o título deste post.

Uma Nova Perspectiva Redescoberta


O sufixo "-itis" é usado para indicar a inflamação. Artrite? A inflamação das articulações. Amidalite? Inflamação das amígdalas. Bronquite? Inflamação dos brônquios. Você entendeu o meu ponto. Mas aqui, vamos usar ITIS como uma abreviação para nos manter fundamentados no assunto em mãos: é a insulina, estúpido. (Em inglês - It's The Insulin, Stupid).

O médico brilhante que merece crédito por este despertar para a importância da insulina sobre a glicose, é o Joseph Kraft. Estou convencida de que o Dr. Kraft é digno de um lugar na lista cada vez maior de pioneiros de saúde e nutrição que estavam muito à frente de seu tempo e que eram inteligentes, perspicazes e corajosos o suficiente para ver as coisas de uma perspectiva bastante diferente da de seus colegas e a sabedoria predominante do seu tempo. Essas pessoas - todas as quais são/eram MDs ou PhDs - foram escarnecidas, ridicularizadas, desprezadas e foram motivo de piadas, seja no meio acadêmico, na indústria, na medicina ou aos olhos do público, mas o trabalho deles já foi suportado mais de uma vez:John Yudkin, Robert Atkins, Gerald Reaven, Mary Enig, Fred Kummerow, Otto Warburg, e Thomas Seyfried. E esses são apenas os que eu consegui lembrar de bate-pronto!

Então sim. Dr. Kraft viu algo acontecendo entre os milhares e milhares de pacientes e participantes do estudo. O que viu foi algo diferente do que os outros estavam vendo, principalmente porque eles não estavam olhando para ele. O que viu foi algo grande.

Antes de falarmos sobre o que, exatamente, o Dr. Kraft viu, eu gostaria de dar crédito onde o crédito é devido e expressar os meus sinceros agradecimentos a Ivor Cummins, o homem por trás do blog pouco conhecido e ridiculamente subvalorizado, The Fat Emperor (O Imperador Gordo). Ivor tropeçou sobre o trabalho do Dr. Kraft’s há um tempo e tem compartilhado suas mensagens críticas por toda parte. (Eu sinto como se Ivor estivesse no comando do Titanic e pode ver o iceberg muito à frente do tempo. Ele está agitando os braços e gritando como um louco pro capitão desviar o barco, mas todo mundo está muito ocupado festejando para notá-lo. O mundo industrializado já está afundando para o fundo do oceano quando se trata de aconselhamento dietético desastroso, mas nunca é tarde demais. Talvez, apenas talvez, compartilhando esta informação tanto quanto nós pudermos, nós conseguiremos colocar em algumas pessoas - e médicos! - alguns coletes salva-vidas.) Além disso, se não me engano, Ivor encontrou este material do Kraft via Grant Schofield, um professor de saúde pública da Nova Zelândia, que tem tentado passar a mensagem do Dr. Kraft para frente desde 2013.

Ivor é o único que está liderando o renascimento de descobertas do Dr. Kraft, mas ele contou com a ajuda de dois MDs amigos da LCHF e cetogênica: Theodore Naiman, que tem sua clínica em Seattle, e Jeffry Gerber, conhecido como “Denver’s Diet Doctor”. Ele também tem brilhado, merecidamente, no trabalho do Dr. Kenneth Brookler, que foi um dos primeiros médicos a reconhecer a importância do trabalho do Kraft. (Mais sobre ele na parte 2.)

OK. Agora que passamos pelas preliminares, vamos saltar para dentro.

Vamos começar com a idéia-chave e, em seguida, dividi-la em detalhes.

A maneira como o diabetes tipo 2 (DM2) é tipicamente diagnosticado significa que vários milhares, se não vários milhões, de pessoas com intolerância severa aos carboidratos passam pelo radar


O DM2 é tipicamente diagnosticado através de uma combinação de elevada glicose em jejum, hemoglobina A1c elevada e "fracasso" com a administração de um OGTT. E ninguém diria que níveis cronicamente elevados de glicose e um elevado A1c não indicam um estado diabético. Mas não é só isso, gente.

Como poderiam milhões de pessoas com perfis diabéticos passarem sem serem percebidos? Com todas as nossas ferramentas super chiques - isso sem falar das empresas farmacêuticas tentando aumentar a sua base de clientes e medicar tantas pessoas quanto humanamente possível [para melhor ou pior], como é que tantos podem ser des-diagnosticados ou não-diagnosticados? Bem, funciona assim:

Em muitos casos, A1c e glicose no sangue em jejum são as últimas coisas a subir. Se a sua A1c e glicose em jejum estão elevados, então o seu pâncreas já está fazendo horas extras por um tempo, provavelmente ​​anos, mas muito possivelmente por décadas. Veja, a glicose em jejum só estará elevada após uma quantidade significativa de tecidos do seu corpo já serem resistentes à insulina. Se eles nãofossem resistentes à insulina - isto é, se eles fossem sensíveis à presença de insulina, então a glicose em jejum não estaria alta. As células responderiam à insulina, absorvendo a glicose em tempo hábil. Isso manteria a sua A1c na faixa normal também, uma vez que entendemos A1c como sendo um indicador geral de sua glicemia média durante os últimos 3-4 meses. Então, se esses números estão altos, as células já perderam a capacidade de responder eficazmente à insulina.

Quando se trata de identificar diabéticos, pré-diabéticos e aqueles em risco de desenvolver diabetes no futuro próximo, a coisa que o Dr. Kraft encontrou - e que mais ninguém parecia se importar muito - é queÉ A INSULINA, ESTÚPIDO. Kraft administrou mais de 10.000 testes de tolerância oral à glicose, mas além de medir glicose no sangue, ele mediu os níveis de insulina também. E, em vez de fazer o OGTT padrão, que termina depois de apenas 2 horas, o Dr. Kraft estendeu os testes durante 5 horas. Isto permitiu-lhe ver quanto tempo levou para os níveis de glicose e insulina das pessoas voltarem ao normal. Este é um negócio muito maior do que pode parecer.

O que Kraft descobriu foi tão surpreendente, mas tão simples e tão lógico, que ele acabou escrevendo um livro sobre isso. (Um livro que praticamente ninguém nunca tinha ouvido falar até Ivor começar a divulgar tudo isso. Eu não li ainda, mas você pode apostar que eu farei um review dele quando eu ler.)


Não, sério mesmo, é a insulina


Aqui está a essência do que ele descobriu: algumas pessoas vão fazer um OGTT e os seus níveis de glicose e insulina estão apenas levemente alterados. Ótimo! Sem problemas. No entanto, esses ninjas metabólicos são apenas uma minoria muito, muito pequena da população. A maioria das pessoas que Kraft testou era hiperinsulinêmica em algum grau, mesmo que sua glicose no sangue estivesse "normal". Aqui está como isso funciona: ao longo do OGTT com ensaio de insulina, Kraft foi capaz de ver que a glicose no sangue de milhares de pessoas voltou aos níveis normais rapidamente apenas por causa da insulina perigosamente elevada. Como seus testes foram por 5 horas, em vez de 2, Kraft pôde ver que havia alguns diferentes padrões subjacentes a esse fenômeno, mas todos eles indicavam insulina anormalmente elevada.

Dr. Naiman reuniu alguns gráficos úteis que ilustram os conceitos básicos. Ele me deu permissão para reproduzi-los aqui, então podemos falar sobre o que esses padrões significam:


  • Padrão 1: Este é o ninja metabólico citado acima. Em resposta a uma carga de carboidratos, o nível de insulina sobe rapidamente, mas moderadamente, e desce de forma relativamente rápida. Cerca de 3 horas depois, eles estão de volta à linha de base.
  • Padrão 2: Em resposta a uma carga de carboidratos, o nível de insulina aumenta rapidamente, e eleva-se mais do que nas pessoas "normais" do padrão de 1. E além de apenas aumentar mais, também leva mais tempo para voltar, não retornando para a linha de base até cerca de 4-5 horas depois. A insulina é elevada mais do que o normal e mantém-se elevada durante um período prolongado de tempo.Este padrão indica hiperinsulinemia.
  • Padrão 3: Em resposta a uma carga de carboidratos, a insulina aumenta ainda mais do que o exemplo já hiperinsulinêmico do padrão 2, mas atinge o seu pico mais tarde. Este é um pico com atraso e leva ainda mais tempo para voltar à linha de base. (E não se esqueça que a insulina basal dessa pessoa é realmente elevada de qualquer maneira, já que seu "normal" já é maior do que uma pessoa é saudável.) Logoeste padrão também representa hiperinsulinemia, mas é ainda pior do padrão 2.
  • Padrão 4: Neste padrão, o nível de insulina basal já é dramaticamente elevado. As células desta pessoa estão repletas de insulina o tempo todo e não apenas em resposta a uma carga de carboidratos. Após consumir mais carboidratos, o nível de insulina desta pessoa vai ao céu, leva um tempo muito longo para voltar e, mesmo quando ele finalmente abaixa, só vai até a linha de base, que, como eu disse, é anormalmente elevada.Esta pessoa está - para usar o termo científico - nas profundezas da hiperinsulinemia.
Na verdade, todos os três padrões que indicam hiperinsulinemia estão nas profundezas; a única diferença é o quão profundo.

Qual é o padrão 5? Boa pergunta. No padrão 5, há muito pouca insulina no sangue e, mesmo depois de uma carga de carboidratos, o nível de insulina mal se altera. Isto sugere diabetes tipo-1, que NÃO É O QUE EU ESTOU FALANDO AQUI. Por favor, saibam que quando eu digo "diabetes" em todo o post, eu me refiro apenas ao tipo 2.

OK. Voltando para os padrões 2-4. Usando a hiperinsulinemia como uma assinatura que define, Dr. Kraft chamou todas estas respostas perturbadoras de "diabetes ocultas" ou diabetes in situ. (Em Português: Diabetes escondida. Podemos também pensar nele como diabetes fabricada sob a superfície. Não é o mesmo que "pré-diabetes", uma vez que o diagnóstico requer glicose no sangue já ligeiramente elevada. Isto é como pré-pré-diabetes.) Segundo os dados do Dr. Kraft’s data (graciosamente providenciados pelo Ivor), 8138 pessoas, de 10.829 - isto é mais de 75% - com um OGTT normal, exibiram um dos padrões hiperinsulinêmicos. Além disso, 93% do total 10829 tinham glicose em jejum normal. Você vê o problema aqui? Extrapolando estes números para a população como um todo, quando só usam glicemia em jejum e um OGTT para diagnosticar diabetes, perdemos milhões de pessoas que têm diabetes in situ. Dos 10.829 sujeitos testados por Kraft através dos anos, apenas 2.223 (20%) com um OGTT normal, exibiram o padrão 1/resposta ninja metabólica. Vinte por cento. Um quinto. Isso significa que aproximadamente quatro quintos (80%!!) da população tem algum grau de hiperinsulinemia ou diabetesin situ. Quatro em cada cinco pessoas! (Menos uns poucos que têm diabetes tipo 1). Eles são diabéticos; é apenas graças à insulina elevada prolongada que os seus níveis de glicose permanecem normais. Mas que não haja nenhum erro: eles são diabéticos. (Ou, se você insistir em precisão linguística total, são intolerantes a carboidratos e têm hiperinsulinemia, e provavelmente serão diabéticos em breve; tudo o que resta a fazer é esperar até que a sua glicemia em jejum e A1c estejam altos o suficiente para um médico dar o diagnóstico oficial. Mas mesmo que eles permaneçam em um estado de hiperinsulinemiasem um eventual aumento da glicemia em jejum e A1c, que é totalmente possível, eles ainda estão com problemas fisiológicos sérios. Mais sobre isso na próxima vez.)

Você pode ver isso representado visualmente, mais uma vez graças ao Dr. Naiman:


Assim, a glicemia em jejum está normal e, devido à insulina muito alta, o A1c pode estar normal, também. Mas por quanto tempo será esse o caso? Os níveis mais elevados de insulina e o retorno atrasado à linha de base após a ingestão de uma pílula enorme de carboidratos sugere que os padrões 2-4 já estão um pouco resistentes à insulina. Isto é, as células têm de ser banhadas em mais insulina, por um longo período de tempo, antes de responderem retirando alguma glicose da corrente sanguínea. Quanto tempo levará até que as células parem de tirar a glicose do sangue e a glicose em jejum fiqueconstantemente elevada? Quanto tempo antes que esta situação finalmente resulte - o que irá, no fim - glicemia em jejum e A1c elevadas? Meses? Anos? Décadas? Eu não sei e eu não sei se alguém sabe, com certeza. Mas isso vai acontecer em algum ponto - se o indivíduo afetado continuar com as mesmas práticas de dieta e estilo de vida que criaram esta situação, em primeiro lugar. Mas lembre-se: A1c e glicemia em jejum são as últimas coisas que vão subir indicando intolerância aos carboidratos. (Na parte 2, vamos olhar para alguns outros marcadores sanguíneos que podem nos ajudar a manter melhores guias sobre como a nossa sensibilidade à insulina está.)


Como você pode ver, uma glicemia em jejum elevada identificada apenas 25% das pessoas que tinham diabetes oculta / diabetes in-situ. A OGTT é identificada apenas cerca de 40% das pessoas com diabetes, enquanto na verdade, mais perto de 78% das pessoas com um resultado "normal" OGTT tinham diabetesin situ. Empregar OGTT de 5 horas de Kraft, com avaliação de insulina, parece uma maneira muito mais eficaz de identificar aqueles que já têm diabetes oculta, bem como aqueles em alto risco. (Mesmo se você não está confortável chamando de hiperinsulinemia de diabetes ooculta / diabetes in-situ, e você preferir reservar o diagnóstico de diabetes apenas para pessoas cujo A1c e glicemia em jejum estão elevados, tenho certeza que você ainda pode ver a utilidade clínica em empregar a estratégia da Kraft. Se você quiser evitar o maior número possível de casos de diabetes regular ou 'diabetes hiperglicêmica', então você deve usar a insulina elevada como um sinal de alerta precoce, e que serve como uma mensagem alta e clara para alterar a sua dieta e estilo de vida, ou recomendar alterações aos seus pacientes/clientes. Correndo o risco de dar-lhes alguma idéia, eu tenho que dizer que, se eu fosse de uma empresa farmacêutica, isto seria como música para os meus ouvidos, porque podemos usar o teste de Kraft para identificar milhões de potenciais novos clientes ao longo da vida para drogas redutoras de insulina. Naturalmente, também poderíamos dizer-lhes para fazer uma dieta bem low-carb, mas isso não faria dinheiro vendendo nossas drogas - então nem uma palavra sobre isso! De qualquer forma, porém, você tem que pensar que a avaliação de insulina de Kraft pode ser o que finalmente acorde o estabelecimento médico convencional para a ideia de que MAIS INSULINA É A ÚLTIMA COISA QUE A MAIORIA DOS  DIABÉTICOS TIPO 2 PRECISAM. Eles não estão sofrendo de uma "deficiência em insulina".)

Se a sua A1c e glicemia em jejum estão normais, você está saudável?


Se a sua A1c e glicemia em jejum estão "normais", pergunte-se por que estão normais. Elas deveriam estar normais? É lógico que estejam normais? Se você está comendo uma dieta baixa em carboidratos, fazendo exercícios regularmente para manter a sensibilidade à insulina de suas células musculares, dormindo o suficiente e tendo tempo para relaxar, descontrair e reduzir seus níveis de estresse, então tudo bem, sim. Seus números provavelmente estão normais, porque está tudo muito bem. Mas se você passou vários anos comendo um monte de lixo, sendo sedentário, estressado ao máximo e passando o dia como um zumbi de tão privado de sono, então você pode muito bem cair num dos padrões hiperinsulinêmicos do Dr. Kraft. Há apenas uma razão pela qual, na realidade, os números não estão elevados. Então, parabéns, você tem diabetes in-situ. Você (e provavelmente também o seu médico) foram enganados pensandoque tudo estava ótimo todos estes anos, porque sua A1c e glicemia em jejum estavam normais. (Lembre-se, no entanto, nem tudo estava normal. Muito provavelmente, ao longo dos anos, os níveis de triglicerídeos foram subindo, o HDL estava diminuindo e o tamanho das partículas de lipoproteína  foi mudando para um padrão desfavorável, mas o seu médico não sabia nada sobre o teste de tamanho de partícula, nem tem idéia de que estas questões estão relacionadas com intolerância a carboidratos e, ao invés de aconselhá-lo a adotar uma dieta low-carb, provavelmente lhe disse para evitar manteiga, gema de ovo e carne vermelha.)

Mas esses marcadores de glicose estão normais só porque algo metabolicamente insidioso está se formando sob a superfície. Através da secreção de enormes quantidades de insulina, seu corpo está fazendo o seu melhor para evitar os danos que seriam obtidos com níveis de glicose cronicamente elevados. Mas só pode fazer isso por um tempo antes que as coisas realmente deem errado.

Na parte 2, vamos ver o que acontece quando as coisas dão errado e vamos explorar algumas das consequências da glicose e insulina elevadas. Alguns deles não serão novidade para você, mas alguns vão ser surpreendentes.

Ufa! um post bastante longo, eu sei. Obrigado por aguentar firme!

Enquanto isso, se você quiser explorar esse diabetes in-situ ainda mais - e quem não gostaria? - eu o encorajo a verificar o vídeo em que Ivor entrevistou o Dr. Kraft, para que possa ouvir as coisas diretamente da fonte . É basicamente os dois conversando, o que é fascinante por si só, mas também há vários slides que explicam os diferentes padrões de hiperinsulinemia identificados por Kraft: Kraft – Pai do Ensaio de Insulina

Além disso, eu seria negligente se não reconhecesse o trabalho impressionante que o Dr. Jason Fung está fazendo para explicar o papel da insulina no agravamento, em vez de melhorar, a patologia do diabetes tipo 2. Excelente vídeo aqui: As Duas Grandes Mentiras do Diabetes Tipo 2.

Diretrizes alimentares dos EUA confirmam Dieta do Tipo Metabólico

Diretrizes alimentares dos EUA confirmam Dieta do Tipo Metabólico
Diretrizes alimentares dos EUA confirmam Dieta do Tipo Metabólico

Diretrizes alimentares dos EUA confirmam Dieta do Tipo Metabólico

O governo americano lançou recentemente uma revisão das diretrizes alimentares, aconselhando uma diminuição no consumo de açúcar e proteínas.
Essas pesquisas sugerem que cada indivíduo tem uma forma única de absorver e metabolizar nutrientes, o que significa que conselhos nutricionais devem ser baseados em fatores como composição genética, bactérias presentes no sistema digestivo, tipo físico e exposição a substâncias químicas.
Segundo Eram Elinav, Imunologista do Instituto Weinzmann de Ciências em Rehovot (Israel), a mesma orientação dietética não pode ser boa para todos, pois somos todos diferentes, únicos!
E isso é exatamente o que venho pregando há anos, oferecendo um caminho seguro e saudável para emagrecer, permanecer em forma e manter a energia em alta. O meu livro “Emagreça e Apareça” traduz tudo isso, baseado em pesquisas que venho fazendo há muito tempo.
Posso afirmar que a dieta baseada no Tipo Metabólico é a que oferece resultados mais significativos, exatamente por atender as necessidades específicas de cada paciente.

Vejam esses 2 estudos publicados na Revista Cell:

Foram avaliados 800 indivíduos quanto sua reação à glicose, quando consumiam os mesmos alimentos. Alguns participantes apresentaram aumento acentuado no nível de açúcar no sangue quando comeram sorvete e chocolate, enquanto outros tiveram uma reação plana ou moderada.
Quando os participantes comiam alimentos como sushi e pão integral, aconteciam variações intensas, desmoralizando o índice glicêmico, que como sabemos, serve para classificar os alimentos segundo seus efeitos sobre o açúcar no sangue. Isso coloca em xeque a confiabilidade dos cálculos de calorias!
Outro estudo parecido foi financiado pela União Europeia e realizado pelo Centro de Pesquisa da Nutrição Humana da Universidade de New Castle, no Reino Unido. Nele, 1500 participantes em 7 países foram aleatoriamente distribuídos em 2 grupos: um que recebia orientação nutricional personalizada com base em seus dados genéticos, e outro que era orientado a seguir prescrições dietéticas padronizadas com incentivo ao consumo de frutas, hortaliças, carnes magras e grãos integrais.
Os resultados ainda não foram publicados, mas o pesquisador chefe do estudo antecipou que o grupo com dieta personalizada apresentou melhores resultados. No futuro, certamente essas diretrizes vão influenciar a rotulagem nutricional de produtos.      
Precisa ficar claro também que os parâmetros para personalizar uma dieta como genética, microbiana e outros fatores não são imutáveis. Eles podem ser alterados por alimentos, estresse, exposição a químicos… É tudo muito dinâmico, com mudanças que podem ocorrer a cada ano, mês ou questão de semanas. Portanto, precisam ser reavaliados periodicamente.

A Dieta do Tipo Metabólico

Todas essas pesquisas vêm de encontro com a dieta personalizada, que é exatamente a Dieta do Tipo Metabólico. Já falei sobre todos os tipos metabólicos em um post anterior (clique aqui para ver). Ah! E tem mais… Aqui mesmo no site você pode fazer o teste para descobrir qual o seu tipo metabólico.Clique aqui para ir diretamente à página e fazer essa descoberta que mudará a sua forma de se relacionar com os alimentos. Como disse anteriormente, explico muitos outros detalhes da Dieta do Tipo Metabólico em meu livro “Emagreça e Apareça”. Tenho certeza que será de grande utilidade para sua saúde.
Prepare-se para grandes mudanças, faça o seu teste para saber o seu Tipo Metabólico e ter dias melhores. Esqueça tudo que pensava sobre dieta. Você não vai mais usar cardápios, contar calorias e nem pesar comidas. A Dieta do Tipo Metabólico é feita sob medida para você. Acorde o seu sistema de queima que está no seu DNA!
Referências bibliográficas:
  • Folha de São Paulo. 26/01/16
  • The New York Times International Weekly
  • Emagreça e Apareça. Editora Gaia. 2007

Sistema Imunitário Intestinal: sua primeira defesa contra doenças

 Sistema Imunitário Intestinal: sua primeira defesa contra doenças
Sistema Imunitário Intestinal: sua primeira defesa contra doenças

Sistema Imunitário Intestinal: sua primeira defesa contra doenças

A sabedoria popular já dizia: é melhor prevenir do que remediar. Isso é algo com o que eu concordo, mas muita gente parece ter esquecido essa velha e corretíssima frase! E ela tem tudo a ver com o tema de hoje, o sistema imunitário intestinal…
Há um fator importante que é necessário explicar e que as pessoas desconhecem quase completamente: o sistema imunitário intestinal. Na verdade, todos sabemos que a medula óssea é uma fonte de produção de células imunitárias. Por outro lado, ignora-se ainda muita coisa sobre esse outro sistema imunitário, o intestinal, que é muito ativo.
No intestino delgado existe uma zona chamada Placas de Peyers, em que as mucosas fabricam uma grande parte das nossas defesas imunitárias, como por exemplo, os anticorpos que nos defendem das infecções. Infelizmente, quando aparece uma infecção, tudo é esquecido e usa-se e abusa-se da terapia antibiótica, transformada em panaceia universal.
E, no entanto, grande parte das infecções, recaídas, alergias e desordens respiratórias são conseqüências, entre outros motivos, da ausência de imunoglobulinas fabricadas pelos tecidos linfoides intestinais. Não se surpreendam de saber que o intestino fabrica 70 a 80% das nossas células imunitárias, essencialmente linfócitos T, linfócitos B, macrófagos e células dendríticas. Essas células imunitárias têm, em primeiro lugar, um papel local a desempenhar contra os agressores que penetram no intestino.
As camadas celulares que compõem o intestino formam uma verdadeira barreira entre o interior e o exterior do organismo. Através dos alimentos ou da água engolimos grande quantidade de micróbios e bactérias que felizmente, são destruídos por este sistema imunitário. Caso contrário, penetrariam no organismo. Não podemos esquecer que a superfície da mucosa intestinal é considerável, sendo o equivalente a área de uma quadra de tênis. Esta enorme superfície está em contato permanente com a alimentação moderna, toxinas, micróbios etc. Estamos cada vez mais confrontados com alimentos sem qualidade!

O perigo do uso excessivo de antibióticos

Felizmente, a princípio estamos protegidos contra estes “invasores” pelo sistema imunitário intestinal, mas isto não acontece com todas as pessoas. A integridade deste sistema é essencialmente para uma manutenção das nossas defesas imunitárias contra infecções. Todavia, este conceito parece ser totalmente ignorado, sobretudo nos casos de infecções, pois limitam-se a prescrever antibióticos ou a anunciar campanhas de vacinas. E até agora, em cada inverno não tem diminuído os casos de infecções, bem ao contrário, aumentam de uma maneira inquietante.
Segundo estatísticas recentes publicadas nos Estados Unidos, uma pessoa em cada 400 tem um déficit de imunoglobulina A, o que demonstra uma imunodeficiência. No Brasil a situação deve ser similar ou mesmo mais séria, promovida por um consumo excessivo de medicamentos e antibióticos usados incorretamente nos adolescentes, o que leva a uma diminuição das próprias defesas imunitárias causando, mais cedo ou mais tarde, uma grande resistência de defesa às infecções.
Já na França, certos médicos pensavam que três a cinco tratamentos de antibióticos praticados em adolescentes, durante um inverno, seriam muito nefastos para a sua saúde futura. Hoje, chegam a utilizar-se dez tratamentos durante um inverno em certas crianças. É uma inconsciência sem qualquer segurança para elas. Deviam ser utilizados tratamentos preventivos, reforçar o sistema imunitário para tentar oferecer-lhes e promover uma melhor saúde. Mesmo a proteção de doenças graves como o câncer passa pelas defesas imunitárias intestinais, através da microflora e das colônias de bactérias aeróbias.
Não querendo dar importância extrema ao sistema de defesas intestinal, devemos, no entanto, concluir que ele é importante e se encaixa num sistema complexo até agora ignorado. E em vez de lhe darmos uma maior importância, através de uma correção alimentar ou suporte dietético, continuamos a agredi-lo e a desestabilizá-lo.
Referências bibliográficas:      
  • Clinical and Experimental Immunology, 1995;102:448-455
  • J Musculoskeletal Pain, 2001;9(3):107-113
  • Proc Nutr Soc, 1998;57:381-387.
  • Clin Nutr, 2005;24:339-352
  • Age and Ageing, 1992;21:1-4
  • J Gastroenterol Hepatol. May 1, 2013
  • Am J Clin Nutr. 2012 Sep;96(3):544-51
  • Gut. 2012 Sep;61(9):1284-90

PERIGO: Drogas contra a azia estão CAUSANDO azia!

 PERIGO: Drogas contra a azia estão CAUSANDO azia!
PERIGO: Drogas contra a azia estão CAUSANDO azia!

PERIGO: Drogas contra a azia estão CAUSANDO azia!

Imagine uma companhia que produz uma droga que CAUSA o problema que diz resolver… Estranho, não é mesmo? Eu admito que isto talvez soe um pouco forçado – até paranoico. Mas é isso que tem acontecido com as drogas contra azia.
Asseguro que é a mais pura verdade! Um estudo chocante mostra que isso é real!
Os pesquisadores deram drogas contra azia IBP (inibidoras de bomba de prótons) a voluntários que não tinham nenhum sintoma de azia.  Até o final do estudo, aproximadamente metade dos voluntários que tomaram as drogas tinham ADQUIRIDO a azia.
Em outras palavras, as drogas tinham CAUSADO a azia em quase metade dos participantes saudáveis, deixando-os necessitados de tratamento! Tomar as drogas IBP por tempo demais leva a baixo ácido estomacal.  E, acredite se quiser, o crônico ácido estomacal BAIXO pode na verdade ser a CAUSA de azia.
E as más notícias não param aí.  Os usuários de drogas contra azia então começam a perseguir o alívio que eles inicialmente sentiram com a droga, e depois de pouco tempo descobrem que não podem parar de tomá-las, ou a sua azia volta “bombando” pior do que nunca.  É o chamado efeito rebote
Os médicos convencionais não têm outras soluções para a azia para oferecer, então eles continuam a puxar os receituários.  E agora outro novo estudo revela que aqueles mesmos médicos estão prescrevendo doses perigosamente altas de IBP’s por períodos de tempo imperdoavelmente longos.
As IBPs devem ser prescritas na dose mínima possível por quatro a oito semanas, com monitoramento cuidadoso.  E tem uma boa razão para isto.
Com o passar do tempo, já que estas drogas reprimem o ácido estomacal, elas estão ligadas a:
  • Aumento de envelhecimento de pele                      
  • Osteoporose                                                           
  • Desconforto gastrointestinal infecção                      
  • Doença Celíaca                                                     
  • Diabete (Tipo 1)                                                       
  • Hepatite                                                                  
  • Esclerose Múltipla                                               
  • Doenças de vesícula biliar                                   
  • Degeneração macular                                          
  • Depressão                                                                 
  • Miastenia grave                                                       
  • Polimialgia reumática                                             
  • Síndrome de Raynaud                                           
  • Doenças graves                                                        
  • Sinais físicos do envelhecimento (especialmente em pessoas com 60 anos ou mais)
  • Acne
  • Rosácea
  • Alergias
  • Brotoejas
  • Dermatomiosite
  • Eczema
  • Lupus
  • Escleroderma
  • Asma infantil
  • Artrite reumatoide
  • Anemia perniciosa
  • Alcoolismo
  • Síndrome de Sjogren
  • Vitiligo
E o pior de tudo, quando o seu ácido estomacal está baixo demais, o seu sistema digestivo não consegue desmembrar os nutrientes de forma eficaz e tem problemas em absorver aqueles com os quais tem algum sucesso, então você literalmente começa a morrer de inanição vagarosamente.
Se você estiver preso neste círculo vicioso de drogas para azia, ou conhece alguém que está, lhe garanto que há um caminho simples e eficaz!  As companhias farmacêuticas gostariam que você acreditasse que a indigestão e a azia são sempre causados por ácido estomacal em excesso… mas, o contrário disso é frequentemente verdadeiro!  O ácido estomacal A MENOS pode ser responsável, e o melhor tratamento pode ser acrescentar mais ácido, e não reduzi-lo.
Converse com o seu médico sobre a possibilidade de usar um suplemento ácido adequado para as suas necessidades. Os suplementos ácidos baratos podem ser tudo que você precisa.  Se for, a suplementação com o cloridrato de betaína-pepsina ou ácido glutâmico-cloridrato-pepsina antes das refeições é aconselhável.
Reforçando, este programa deve ser cuidadosamente monitorado pelo seu médico, nunca faça nada por contra própria! O ácido clorídrico pode ser perigoso e nunca deve ser misturado com a aspirina ou qualquer outra droga anti-inflamatória!
Referências bibliográficas:
  • Archives of Internal Medicine May 10, 2010; 170(9):784-90
  • Gastroenterology July 2009; 137(1):80-7, 87
  • Journal of the American Medical Association December 21, 2005;294:2989-2995
  • American Gastroenterology Association July 1, 2009
  • Journal of the American Medical Association December 27, 2006; 296(24): 2947-2953

Pesticidas residenciais podem causar transtorno de déficit de atenção com hiperatividade

Pesticidas residenciais podem causar transtorno de déficit de atenção com hiperatividade

O verão está aí, e os rastejantes asquerosos já estão perambulando… Quando você vê aquela barata nojenta andando pela sua casa, o que fazer? A maioria apela para o inofensivo spray… Será que ele é mesmo tão seguro?
Combater pestes residenciais com pesticidas pode parecer uma maneira razoável de resolver o seu problema com insetos.  Mas, acontece que esses produtos tóxicos para os insetos perturbadores podem ser ruins para as pessoas também – especialmente para as crianças!
Essa notícia é bombástica… Um estudo recente ligou um dos pesticidas mais usadas em residências e jardins ao transtorno de déficit de atenção com hiperatividade em crianças e adolescentes!
Os cientistas no Centro Médico do Hospital da Criança de Cincinnati examinaram a ligação entre o comum – e supostamente seguro – pesticida piretróide e o déficit de atenção com hiperatividade…

Estudo aponta o perigo do piretróide

Os pesquisadores mediram a exposição à pesticida em amostras de urina de aproximadamente 700 crianças, de idades de 8 a 15 anos, coletadas durante a Pesquisa Nacional de Saúde e Nutrição.
As crianças com piretróide presente em seus sistemas eram duas vezes mais prováveis de ter o déficit de atenção com hiperatividade do que as crianças sem esta substância química má a bordo, de acordo com o estudo publicado no jornal Environmental Health (“Saúde Ambiental”).
E a ligação entre as pesticidas e o déficit de atenção com hiperatividade era mais forte ainda em meninos.  Os meninos com níveis detectáveis de piretróide em seus corpos tinhamt três vezes mais chances de ter o déficit de atenção com hiperatividade do que aqueles que não tinham essa substância em seus sistemas.
E quanto mais alto o nível de pesticida, maior era o risco de a criança ter o déficit de atenção com hiperatividade.

Como proteger sua família das pestes e dos produtos químicos

A boa notícia é que você pode proteger a sua família de ambas: as pestes indesejáveis e as substâncias químicas tóxicas. Veja essas dicas:
Comece por tornar o seu lar inimigo das pestes:
  • Tire o lixo frequentemente;
  • Lave a louça imediatamente depois de usá-la;
  • Varra e passe o aspirador de pó diariamente;
  • Guarde as frutas maduras na geladeira;
  • Mantenha a cozinha e o banheiro tão secos quanto possível.
E experimente as fórmulas naturais e seguras, como a hortelã, os cravos e a pimenta-caiena, para manter os insetos para fora. Já expliquei anteriormente sobre como fazer um repelente natural com óleo de eucalipto citriodora (clique aqui para ver). Além disso, no post sobre o zika vírus dei outras dicas sobre repelentes (veja aqui).
Em seguida, se você ainda não se tornou orgânico, está na hora.
Os estudos mostram que as pessoas que mudam para os alimentos orgânicos abaixam o seu nível de pesticida em aproximadamente 85%.  Então, não use as pesticidas químicas no seu próprio jardim e compre verduras e frutas orgânicas do seu mercado ou supermercado local. E não se esqueça de lavar muito bem as frutas e verduras para eliminar quaisquer pesticidas que possam estar escondidas ali.
Com apenas algumas mudanças simples, você pode continuar a fazer guerra contra os rastejadores nojentos sem a sua família sofrer danos colaterais nesta briga!
Referências bibliográficas:
  • Medicalnewstoday.com
  • Morbidity and Mortality Weekly Report (MMWR) November 12, 2010 / 59(44);1439-1443
  • MayoClinic.com Attention-Deficit/hyperactivity disorder
  • Journal of Health Economics June 17, 2010
  • Brain Behav. 2012 September; 2(5): 661–677
  • Journal of American College Health 2008 Nov-Dec;57(3):315-24

Consciência

"A consciência humana é o guia pessoal e o elo com a Única fonte universal de verdade. É possível e prático estar em contato com ela, sentir suas pontadas e mordidas, escutar quando ela fala. Cada indivíduo senta-se no assento do motorista e tem liberdade de escolha: seguir adiante, parar, dar a volta, entrar no fluxo, ceder passagem, sinalizar. Podemos escolher agir com base nos princípios mais íntimos e valores corretos ou reagir com base em circunstâncias negativas externas."
Brahma Kumaris 

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Contentamento

“A razão para o descontentamento é a falta de realização. Quando uma pessoa está preenchida, ela é capaz de dar algo aos outros. Mas se falta algo, não é possível dar. Contentamento significa estar preenchido. Deus está sempre preenchido, por isso Ele é chamado de Oceano. Um rio às vezes seca, mas oceanos não. Torne-se então um mestre oceano como o Pai. Seja contente e dance de felicidade. Assim não haverá conflito nos seus relacionamentos. E mesmo que haja conflito com alguém, você não se afetará por isso. Obstáculos ou confusão serão como um jogo. Mesmo problemas serão um meio de diversão porque você tem conhecimento. Devido a sua fé constante, você será sempre vitorioso e contente.”
Brahma Kumaris